Conselho do relacionamento de casais felizes

conselho do relacionamento: 7 coisas que todos os casais deveriam parar de fazer Se o seu relacionamento tornou-se um pouco de leite, o que pode fazer para trazê-lo de volta aos trilhos? Ao longo do tempo, as relações podem quebrar, simplesmente porque o velho ditado de `familiaridade gera contempt` é verdade. 10/jul/2020 - Explore a pasta 'Relacionamentos felizes' de Taila Utzig no Pinterest. Veja mais ideias sobre Relacionamentos felizes, Relacionamento engraçado, Relacionamento. Dicas essenciais para o seu amor durar uma vida toda! Eu gostaria de lhe apresentar uma grande fonte de conselhos: casais que foram felizes juntos por mais tempo do que muitos de nós estão vivos. Na próxima vez que uma discussão ameaçar ficar fora de controle, tente estas três dicas de verdadeiros especialistas em amor: 1. 7 hábitos de casais felizes no relacionamento. Olá, no artigo de hoje falaremos sobre os 7 hábitos de casais felizes, se você quer um relacionamento completo ser uma pessoa cada vez mais feliz, este ... No entanto, o psicólogo Jerry Heisler tem certeza de que mesmo o conselho de amigos que te amam são capazes de destruir o relacionamento ... Grandes casamentos: a versão condensada.. Fonte: Free-photos / Pixabay . Para aqueles de vocês que ainda não tiveram o prazer de ler nosso livro, Secrets of Great Marriages, este é um tipo de versão do Cliff Notes.Meu marido Charlie e eu entrevistamos cinquenta casais felizes e conversamos informalmente com muitos mais. Com a sensação de segurança que você tem quando ser quem você é, no âmbito do seu relacionamento, você vai se sentir mais confiante, completa, feliz e completa. Às vezes, você pode fazer algo romântico para ele / ela, como escrever uma canção de amor e cantar para o seu parceiro, que fará com que ele / ela realmente tocado. Você se lembra do começo do seu relacionamento? Você mal podia esperar para deitar com o seu parceiro(a) e enchê-lo(a) de carinho. Casais felizes resistem à tentação de deitar em momentos diferentes. Eles deitam ao mesmo tempo, mesmo que o outro possa dormir até mais tarde. 'Do mesmo modo, mulheres, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedimento de sua mulher, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês. A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Saber respeitar as escolhas e decisões do outro torna o relacionamento mais feliz e mais forte. É preciso entender que tudo o que acontece entre vocês exige respeito; é preciso saber os limites, até onde as mãos podem ir, o que os lábios podem dizer… Respeite o espaço de quem você ama e seja feliz com os limites do outro. Compartilhar 30/nov/2019 - Explore a pasta 'Relacionamentos felizes' de gianagranato, seguida por 127 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Relacionamentos felizes, Dicas de relacionamento, Relacionamento.

Como melhorar o sexo: 12 dicas irresistíveis para uma vida sexual saudável

2020.01.10 17:58 Rubens322 Como melhorar o sexo: 12 dicas irresistíveis para uma vida sexual saudável

Como melhorar o sexo: 12 dicas irresistíveis para uma vida sexual saudável

Dicas para ter uma vida sexual feliz.
O sexo é uma parte natural da vida humana. Ter uma vida sexual satisfatória demonstrou melhorar muito o nosso bem-estar geral, podendo até reduzir o risco de sofrer certas doenças. No entanto, muitos fatores podem tornar o sexo menos do que surpreendente. Com isso em mente, Flo está aqui para lhe dar algumas dicas maravilhosas que ajudarão você a ter uma vida íntima saudável. Aprender alguns fatos interessantes sobre saúde sexual ao longo do caminho também tornará mais fácil para você ter relações sexuais mais agradáveis!

1. Comunique-se com seu parceiro

Isso pode parecer uma dica óbvia, mas é uma das coisas mais fáceis de esquecer. Nossa vida diária geralmente envolve trabalho, família, amigos e algumas situações estressantes. Muitas vezes tomamos nossa comunicação com nosso parceiro como garantida.

Em um relacionamento, é essencial manter uma comunicação aberta sobre todos os assuntos, e o sexo não é exceção. Os casais que se sentem à vontade para conversar um com o outro terão mais facilidade em discutir questões como horários conflitantes, falta de privacidade e preferências sexuais.

Algo tão comum quanto o estresse pode causar problemas de saúde sexual masculina, como baixa libido e disfunção erétil. Nesses casos, a comunicação com seu parceiro de maneira respeitosa pode ajudá-lo a identificar e resolver quaisquer problemas subjacentes.

2. Mantenha uma dieta para uma vida sexual saudável

Comer alimentos cheios de minerais, aminoácidos, antioxidantes e nutrientes pode beneficiar sua saúde geral e melhorar seu humor, por isso não é de admirar que os alimentos certos possam aumentar sua libido e melhorar seu desempenho sexual.

Uma dieta saudável para o sexo pode incluir:

Carne ou outras fontes de proteína
Nozes e sementes
Frutas cítricas
Ostras
Salmão
Folhas verdes
Cenouras
Melancia
Grãos integrais
Comer refeições com seu parceiro também pode ser saudável para o seu relacionamento. As refeições podem relaxar e fortalecer os laços, e muitos casais aproveitam esses momentos para relaxar juntos.

Sexo é vida e saúde para o casal.

3. Limite seu consumo de álcool

O copo ocasional de vinho tinto pode aumentar o desejo e a lubrificação sexual, mas é um fato bem conhecido da saúde sexual que o álcool em excesso pode ser prejudicial à sua vida íntima.

Estudos descobriram que o consumo excessivo de álcool pode aumentar emoções negativas, como ansiedade. O álcool também pode prejudicar sua atenção e suas habilidades de tomada de decisão, dificultando a prática de sexo seguro.

O álcool também atua como um depressor para o nosso sistema nervoso. Depois de beber muito álcool, os nervos do corpo não respondem tão facilmente aos estímulos sexuais, tornando o sexo menos agradável. Nos homens, o álcool também pode causar disfunção erétil.

4. Tome vitaminas para a saúde sexual

Você já pensou em tomar vitaminas para sua saúde sexual?

Vitaminas diferentes têm efeitos diferentes em nossas vidas sexuais. A vitamina C pode melhorar a circulação, foi demonstrado que a vitamina D aumenta os níveis de hormônios sexuais e melhora a disfunção erétil e sexual.

Outros suplementos também podem ajudar sua vida sexual. O zinco pode melhorar a função sexual e aumentar os níveis de testosterona. O aminoácido arginina pode melhorar sua circulação sanguínea, essencial para ereções e prazer sexual. O seu médico pode recomendar um suplemento de L-citrulina, que é convertido em arginina pelo seu corpo.

5. Exercite-se fora da cama

Exercício e atividade física podem melhorar sua vida sexual de muitas maneiras diferentes. Primeiro de tudo, o exercício aumenta os níveis de hormônios sexuais e endorfinas no corpo, aumentando o humor e o desejo sexual.

Sexo e saúde estão inextrincavelmente ligados: ser saudável aumentará sua resistência, o que é muito importante para uma vida sexual satisfatória.

O treino também pode ajudá-lo a se sentir mais confiante em si mesmo, o que, por sua vez, facilitará o seu sexo!

6. Faça seus exercícios de Kegel!

Os exercícios de Kegel são uma maneira fácil de alcançar o aprimoramento sexual feminino. Para executá-los, apenas aperte os músculos do assoalho pélvico por alguns segundos e solte-os; repita isso por alguns minutos todos os dias.

Se você não tiver certeza sobre quais músculos deve usar, finja que precisa fazer xixi e interrompa o fluxo de urina: os músculos que você aperta são os músculos do assoalho pélvico. Fortalecê-las pode aumentar o prazer sexual das mulheres, melhorar a lubrificação e até facilitar a recuperação do parto.

7. Conheça seus próprios desejos

Para ter um sexo satisfatório, você precisa descobrir o que gosta na cama. A masturbação, seja você solteira ou em um relacionamento, pode ser uma maneira muito eficaz de descobrir como se excitar. Também pode ajudar a ser uma maneira saudável de se sentir mais confortável com seu corpo.

Outra ótima maneira de descobrir o que você gosta é assistindo pornô ou lendo livros eróticos. Isso pode ajudá-lo a aprender sobre diferentes coisas nas quais você pode estar interessado; você pode fazer isso sozinho ou com um parceiro, e pode até melhorar a intimidade entre você.

8. Evite fumar

O tabaco contém nicotina, que é um potente vasoconstritor. Isso significa que ele irá estreitar os vasos sanguíneos, diminuindo o fluxo sanguíneo. A má circulação sanguínea pode causar disfunção erétil e sexual, tornando o sexo menos agradável para todos.

9. Faça o teste como parte de sua estratégia de saúde sexual

Se você é solteiro ou tem um relacionamento, precisa conversar sobre doenças sexualmente transmissíveis com seus parceiros sexuais. Sentir-se seguro é um grande incentivo para o desejo sexual, e a melhor maneira de se sentir seguro durante o sexo é saber que você é saudável e livre de doenças sexualmente transmissíveis.

Não tenha medo de perguntar ao seu parceiro sobre a história sexual dele. Independentemente de você ter um parceiro fixo ou não, saber que os dois são testados lhe dará tranqüilidade e permitirá que você desfrute do sexo plenamente. Visite uma clínica de saúde sexual feminina para fazer o teste.

10. Obtenha conselhos profissionais de saúde sexual

Se você suspeitar que há problemas mais profundos que o impedem de desfrutar totalmente do sexo, não hesite em falar com seu médico. Muitas condições médicas podem causar baixo desejo sexual ou disfunção sexual, desde distúrbios hormonais até endometriose.

Certos medicamentos, como contraceptivos orais e antidepressivos, podem diminuir sua libido. Seu médico será a melhor pessoa para ajudá-lo a identificar a fonte de possíveis problemas e como corrigi-los.

11. Proteja-se sempre

A menos que você esteja em um relacionamento estável, sempre use preservativos. Eles são o único método contraceptivo que também o manterá protegido das DSTs. Manter um preservativo por perto é sempre uma boa ideia se você é sexualmente ativo.

Se você deseja parar de usar preservativos, existem muitos métodos de controle de natalidade por aí que são muito eficazes e podem mantê-lo protegido contra gravidezes indesejadas.

Lembre-se de consultar o seu médico antes de escolher um método contraceptivo. Saber que sua saúde está sob controle fará com que você se sinta mais relaxado e o desfrute do sexo mais facilmente.

12. Use produtos de saúde sexual

Muitos produtos de saúde sexual podem ajudar você a ter uma vida sexual mais agradável. Muitos fatores, como idade, estresse e contraceptivos, podem diminuir a capacidade de lubrificação da mulher. Isso pode tornar o sexo desconfortável, mas usar um lubrificante pode ser uma solução fácil.

Atualmente, existem muitos tipos de lubrificantes disponíveis. Se você estiver usando preservativos de látex, fique longe de lubrificantes à base de óleo, pois eles podem danificá-lo e causar rupturas. A incorporação de lubrificantes em sua rotina pode tornar o sexo mais confortável e agradável para os dois.

Em muitos casos, levar um estilo de vida saudável comunicar-se abertamente com seu parceiro e levar sua sexualidade para suas próprias mãos pode fazer uma enorme diferença na maneira como você experimenta sexo e seu próprio corpo. Então, conheça a si mesmo, esteja seguro e divirta-se!
Fonte!
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2017.12.15 15:42 jecagado [Leitura Obrigatória] Resolvi fazer um textão.

Hoje em dia me sinto incapaz.
Não é zoera nem nada do tipo, é que ... Eu lembro que aos meus 8/9 anos de idade, eu já sabia fazer muita coisa em que as pessoas diziam que eu não era capaz.
Jurista americano defende que o regime nazista impediu que os cidadãos se armassem, e que essa medida facilitou a perseguição aos judeus
E apoia sua posição em uma pesquisa que comprova: o governo alemão de Adolf Hitler temia ações populares e fez de tudo para desarmar potenciais adversários do regime, ou pessoas que o Terceiro Reich pretendia perseguir. Ele é um dos mais importantes defensores, nos Estados Unidos, da Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla em inglês), e já advogou, dentro do Congresso americano, a favor do argumento de que a posse de armas é um direito de todo cidadão – afirma isso com base na Segunda Emenda da Constituição do país, que diz: “Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido”.
Sempre tive um bom conhecimento em informática pra minha idade, aos 13 anos eu já conseguia fazer muita coisa com o PC, que muito marmanjo nem sonhava. Eu parecia aprender com muito mais facilidade na infância, hoje as coisas se tornaram um pouco mais difícil. Essa semana eu fui em uma convenção dessas 'nerds' que acontecem por ai, e vi muitas crianças agindo feito adultas. Vi alguns casais homo afetivos, onde a mulecada não aparentava ter mais do que 14 anos (absolutamente nada contra). O que eu quero dizer é que, a falta de contato com o mundo (isso na época onde eu vivi a minha infância/adolescência), me fez acreditar que eu era incapaz de fazer o que eu queria, mesmo eu sendo completamente capaz, entendem ? (e não eu não estou falando de dar o brioco UAHUAH) Lembro que queria fazer um curso de Técnico em informática aos 12/13 anos de idade, ouvi: "Não, você é muito novo pra essas coisas!" Aos 15 quis entrar pra uma academia; "Não seu corpo ainda não está formado ainda!" Aos 16 obtive meu emprego, fiquei MUITO FELIZ, 6 meses depois: "Não, você não precisa trabalhar agora, vai estudar!" (fui obrigado a largar o emprego por escolha dos meus pais) Hoje eu estava avulso no Youtube, e vi um video de uma garota "rebelde" por nome de Danielle Bregoli, conhecida como Bhad Bhabie, uma "trapper" americana de 14 anos, que viralizou ano passado no Youtube, chamando não só a platéia, como a mãe pra briga no meio de um palco de um programa televisivo (desses tipo a "Super Nanni") Após viralizar, ela ganhou muitos seguidores no Instagram, e aproveitando a "fama" repentina, ela resolveu lançar algumas musicas no youtube, e alguns de seus videos (desse ano) chegaram a marca de 52 milhões de vizualizações. Tudo isso com 14 anos de idade. Isso me fez pensar que, o contato com o mundo através da internet, faz a criança /adolescente crer que ele é mesmo capaz de fazer certas coisas as quais os adultos ao seu redor, estão a todo momento os limitando. Toda aquela proteção criada em torno das pessoas com seus respectivos filhos, são mesmo necessárias ? Por que não apresentar o mundo logo para as crianças, ao invés de criar toda uma blindagem a cerca da criança ? Digo ... Eu tenho 23 anos de idade, e eu juro pra vocês que eu estou tendo contato com as pessoas /mundo nessa época da minha vida, eu to começando a entender o que é a vida. As vezes eu me sinto como um adolescente de 15 anos idade de hoje em dia.
Mas a obra também descreve e analisa a legislação alemã, desde o fim da Primeira Guerra Mundial até o auge do Terceiro Reich, que aprovou uma lei de 1938 formalizando a caça a qualquer cidadão que ainda tivesse armas. Nos idos de dezembro de 1922, eu havia conseguido estocar, fora de Munique, quinze metralhadoras Maxim, mais de duzentas granadas de mão, 175 rifles em perfeito estado e milhares de cartuchos de munição”. “No entanto, quantas histórias individuais poderiam ter sido escritas de outro modo?” Afinal, ele afirma em eu livro, “os próprios nazistas viam os judeus armados como suficientemente perigosos para minar sua estratégia de desarmá-los.” Leia a entrevista com o jurista Stephen Halbrook É possível comparar a política de controle de armas do Terceiro Reich com as regras adotadas nos países democráticos do século 21? Manter registros é uma política similar à realizada na Alemanha nos anos 1920, e os nazistas se aproveitaram dessas listas em 1933, quando chegaram ao poder. Nos séculos 19 e 20, o país manteve uma milícia armada, e todos os seus membros – cidadãos civis livres – precisavam manter armas em casa e estar prontos para se mobilizar com agilidade.
Bom, tudo começou quando conheci uma menina no tinder e de imediato rolou uma reciprocidade no aplicativo. Resolvemos passar a conversa no wpp, se conhecer melhor e até marcar um encontro. Ficamos mais ou menos 1 mês conversando sem parar, até surgir o primeiro desintendimento e logo no dia que ela estava mais sensível. Pedi desculpas pelo que eu fiz, ela me perdoou e fomos voltando ao normal aos poucos, quando me dei conta aquela paixão de antes no tinder virou uma amizade. E ficamos assim mais ou menos uns 3 meses, saímos algumas vezes, mas era só uma amizade. O tempo foi passando e percebia que cada vez mais os nossos pensamentos e ideais se combinavam. Nisso comecei a sentir uma atração forte por ela e um desejo de ficar com ela, de ter ela na minha vida. Fui até ela eu disse o que queria, que queria um relacionamento serio com ela. Porém ela disse que era para a gente ir com calma, sem apressar as coisas e ver no que ia dar. Então eu aceitei a resposta dela e ficamos juntos como ficantes, não era apenas uma amizade, mas também não era um namoro, pois havia sentimentos profundos envolvidos. Depois disso passei a frequentar a casa dela, os pais dela mostravam que gostavam de mim e isso me deixava feliz. Estava tudo lindo e maravilhoso, até eu saber ontem que os pais dela falaram muito no ouvido dela, dizendo que a gente não assumia logo, que eu não queria nada com ela, que por eu não ter faculdade não quero nada com a vida. Logo que ela terminou de falar comigo sobre isso, fiquei chateado e puto ao mesmo tempo.
Se você é pai, cara, aproveita o potencial do teu filho. Para de tentar criar uma blindagem de mundo perfeito pro seu filho, porque o mundo não é perfeito. Essas crianças que apoiam o Bolsonaro por ai, não passam de um bando de frustrado ... É mais do que claro que essa molecada vive sob um estado de blindagem criado pelos próprios pais em seus condomínios fechados (eu tenho certeza disso). Ahh ... não sei nem mais o que escrever ... Perdão pelos erros 'hortográficos', to sem paciência até pra redigir um texto bem elaborado.
Então ela fala para mim que devido a isso ela quer dá um tempo, porque está cansada de ouvir os pais falando no ouvido dela. Eu entendi a situação dela, mas e a minha? Será que ninguém liga para os meus sentimentos? Eu sinceramente não sei o que fazer com essa situação toda. Eu quero ficar com ela, mas parece que está ficando complicado. Adoraria ouvir os seus conselhos em relação a este meu caso. Obrigado a todos que leram!
TL;DR : Eu sinto que as crianças são muito subestimadas, até mais do que deveriam, então resolvi fazer um textão.
*Edit: Ajeitei os parágrafos
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