Como cumprimentar uma mulher forte

Como Abraçar uma Garota. Abraçar uma garota é ao mesmo tempo excitante e apavorante. Se você é como a maioria das pessoas, você provavelmente está preocupado para se certificar que fará tudo certo – para que ela sinta que você se importa... Então, você encontrou a mulher dos seus sonhos. Ela é linda, sexy, inteligente, amorosa, sarcástica, mal-humorada, nerd, aventureira e um milhão de outras coisas que fazem você querer fazer dela sua. Para sempre. Há apenas um problema… ela é muito forte … teimosa mesmo. Ela representa um desafio e uma ameaça ao seu ego masculino tão frágil. Uma mulher feminina sabe reconhecer quando alguém está se sentindo chateado, quer se trate de um amigo querido ou uma criança pequena, e sabe como fazer essa pessoa se sentir melhor. Enquanto você está dizendo palavras de consolo, procure se comportar de modo a fazer a pessoa sentir-se melhor para demonstrar que não são apenas palavras ... Os próximos encontros os primeiros 15 segundos tambem vão ser determinantes, tente dizer o nome dela pelo menos 2 vezes nesses 15 segundos, procure alguma forma, nem q seja do nada mas diga 2 vezes o nome dela nos primeiros 15 segundos, ouvir o nosso nome nos torna importantes pois o nome resume todas caracteristicas, ouvir o nome é como uma ... Uma mulher é forte, determinada, apaixonada, inteligente e, certamente, decidida e essas frases vão lembrá-la de todo o poder que ela tem dentro dela. Num momento em que as mulheres estão cada vez mais se fortalecendo e fortalecendo umas às outras para se opor à cultura machista, é preciso sempre lembrá-las da força que elas têm ... Na maioria das vezes você só precisa de coisas simples para conquistar uma mulher. Neste artigo te daremos 16 dicas matadoras de como conquistar uma mulher agindo de forma prática e natural.. Embora fatores como a beleza, atitude e postura sejam fundamentais na hora da conquista, elas não são as únicas. Como conquistar uma mulher difícil: Reversão Reinterprete o comentário negativo e acuse-a de tentar te seduzir: Se uma mulher te diz coisas ruins, sorria e brinque com ela sobre isso, acuse-a de estar fazendo charminho ou joguinho para tentar te seduzir: Ex: Ela: Você é muito chato e só fala besteira. Você: E mesmo assim você sabe que sente algo por mim, mas tenta negar para si mesma ... De uma forma simples: Aperto de mão frouxo - mostra uma pessoa ausente, desinteressada em nós ou que possa sentir-se superior a nós; Aperto de mão forte ou muito forte - demostra muito interesse ou um desejo de especial interactividade pessoal; Aperto de mão normal - não mostra nada! Só respeito e educação. A pandemia do novo coronavírus certamente vai influir na forma como nos relacionamentos, como nos portamos socialmente e como nos tocamos. Um abraço, algo aparentemente tão corriqueiro para países como o Brasil, teve de se transformar em um cumprimento à distância.. Mas, para além da cultura que conhecemos, outros países utilizam formas distintas de demonstrar afeto e respeito às pessoas. “O significado é bastante flexível”, afirma Marddent, “mas, atualmente, quando cumprimentamos com o wai, também dizemos ‘sawatdee kha’ ou ‘sawatdee krab’ (dependendo se for homem ou mulher). Assim, o wai também significa ‘olá’ de uma forma muito educada.”. E como o wai não precisa de contato físico, virou uma saudação mais segura durante a pandemia do coronavírus.

Peles e Espelhos

2020.05.02 13:38 amornostemposdequa Peles e Espelhos

Tocava Stevie Wonder nas caixinhas de som ligadas no meu notebook enquanto meus dedos frenéticos teclavam mais um conto como esse. Os dedos acostumados com o teclado barato que se tornou uma ferramenta, uma extensão de meus sentimentos mais profundos e secretos. Diferente de meu coração verde que inventava histórias sem nunca as ter vivido de fato.
Mergulhado naquela tarde vazia eu ouvi alguém chamar no portão. De quem era aquela voz? Era feminina, mas de ninguém que eu conhecia. Parecia uma voz de anjo. Engraçado, parece que chamou dentro da minha mente interrompendo meu raciocínio. Quem ainda está visitando alguém no meio dessa pandemia? Não liguei nem parei de escrever por um segundo. Estava tão concentrado naquele parágrafo que parecia que estava apaixonado pelas mesmas palavras que eu usava todo santo dia. Como se fosse um tecido que eu desfiava durante o sono e costurava novamente durante a vigília.
A porta do meu quarto estava meia aberta e a música nas caixinhas de som ainda tocava algum soul dos anos 70’s quando de repente minha mãe me chamou da sala.
— Calmae, mãe.. — eu disse sem tirar os olhos da tela do notebook e sem vontade nenhuma de sair da minha cadeira. E antes que eu pudesse terminar a última frase do parágrafo ela entrou no meu quarto bagunçado acompanhada de minha mãe.
— Ouh menino, levanta pra cumprimentar sua prima. Ela vai ficar um tempo aqui com a gente antes de voltar para o Rio.
Quando eu virei a cadeira giratória me deparei com uma das coisas mais lindas já vistas pela retina dos meus olhos secos de tanto ficar em frente a tela de um computador. Seus pés com as unhas brancas à francesa davam contraste com sua pele jambo e suas solinhas estavam vermelhas de tantas horas de tênis dentro do ônibus. Usava um short jeans e uma desprevenida blusa amarela de alça deixando a pele negra exposta a luz do sol que a beijava suavemente naquela tarde amena do interior de São Paulo. Usava uma trança no cabelo e seu olhar parecia tão forte e profundo. Parecia que me olhava dentro da alma. Eu não acredito em alma gêmea mas tem olhos que parecem um espelho refletindo coisas que nem nós mesmo sabíamos que existia dentro da gente.
Eu levantei para cumprimentá-la. Dei um beijinho no seu rosto e ela como boa carioca me segurou um segundinho a mais para me dar um segundo beijo no outro lado da minha bochecha. Vendo que eu estava tímido ela me puxou e me deu um abraço.
— Oi primo, você lembra de mim? — Ela disse enquanto sorria não só com a boca mas também com os olhos com a testa com o corpo inteiro. Ela tinha um sol sobre sua cabeça. É claro que eu não me apaixonei assim rápido. Na verdade, só depois de algum tempo que eu notei aquela beleza em todo seu esplendor. Até então em minha curta vida amorosa meu coração tinha apenas se iludido sem saber bem o porquê, com os arquétipos inalcançáveis que a televisão colocou profundamente em meu inconsciente medroso e frágil.
Mas eu não lembrava dela. Não daquele mulherão que eu tinha na minha frente. Talvez algum resquício no fundo da memória de uma vez em que fomos no Rio e ficamos na casa da minha tia. Na verdade, eu lembro dela sim. Mas como ela era mais velha a gente não teve muito contato. Eu era apenas um menino e ela uma pré-adolescente sem paciência para criancices. Cerca de quinze anos se passaram e eu nunca mais tive contato com ninguém de lá. Até esse momento.
Depois que ela tomou banho e se instalou no quarto que era do meu irmão fomos jantar na mesa da cozinha.
— Primo, eu fiquei tão feliz quando soube que você fazia letras também.
— Ah, sim. Eu achei legal você fazer também. — Eu disse enquanto pensava que esse era um daqueles raros momentos em que a gente deixa de se sentir de todo só no mundo. Sorri calado enquanto dava uma garfada na costela com mandioca que minha mãe tinha feito.
— Você está em qual ano? — Ela perguntou.
— Terceiro. Mas acho que eles vão cancelar o semestre. Nosso campus resolveu peitar o governo e não colocar o ensino a distancia.
— Nossa, que corajoso. Se esse governo não cair eles vão ter arrumado uma puta briga com esse ministro louco. Quando passar essa pandemia eu quero conhecer seu campus.
— Vamos sim.
— Mas Jade, como que está a Tereza? — Minha mãe perguntou enquanto enchia o copo de suco.
— Ah tia, minha mãe está bem. A última vez em que a vi foi em fevereiro antes de vir aqui para o interior e começar minha pós-graduação. Mas agora sem ônibus eu nem sei quando vou conseguir voltar para o Rio.
— Eles estão dizendo que em agosto mas eu duvido muito. Você viu menina, o povo tudo na rua levando essa doença na brincadeira.
— Eu vi, tia. Pelo que minha mãe fala, lá no Rio também nego não está nem aí e os hospitais já estão abarrotados de gente.
— Só Jesus, né minha filha. — Logo após minha mãe terminar a frase eu perguntei a Jade:
— Você pesquisa que área na sua pós?
— To fazendo pós-graduação em semiótica. Você já teve essa matéria?
— Sim, sim. Tivemos um professor incrível. Era foda as análises que ele fazia.
— Ah primo depois a gente pode trocar algumas figurinhas semióticas haha — Ela disse isso com alguma maldade nos olhos que me pegou desprevenido.
Seu sorriso era um mundo aberto. Sua energia era um universo a parte que nos convidava a interagir. Era difícil ficar imune aquela pessoa. Para mim as vezes era difícil até respirar perto daquela mulher. Timidez e inexperiência junto com as desconstruções da internet me faziam ficar calado toda a vez que ela fazia uma gracinha um pouco mais provocativa. Eu nunca soubera se ela estava me dando mole ou apenas sendo legal. Na dúvida eu ficava sem jeito e calado. Ela percebia. E ria. Sabia que mexia comigo a danada. Depois eu escrevia no word toda minha afobação por estar perto dela. Mesmo com esse nó que eu tinha dentro de mim não demoramos a flertar pesadamente dentro de casa.
Certo dia de isolamento, em que ninguém sabia mais qual dia da semana era, ela entrou no meu quarto enquanto eu escrevia no notebook. Senti um cheiro de loção pós banho de maracujá invadir minhas narinas. Parecia um cheiro de mar. Tropical e fresco como agua de coco no calor de uma praia deserta.
Sua presença quente e seu perfume amarelo me excitaram de uma forma. Era como alguém tivesse apertado um botão dentro de mim. Claro, que já estávamos há não sei quanto tempo sem transar então não era de estranhar alguma tensão sexual no ambiente.
Apesar de já estar acostumado de ficar na sexa naqueles tempos eu estava tocando no mínimo duas por dia. Meus contos estavam mais eróticos que o normal. Tudo era tesão, raiva e medo. Notícias trágicas na minha linha do tempo vinham seguidas de nudes, soft porn e xingamentos às loucuras do presidente. Não exatamente nessa ordem. Eu as vezes sentia que ia explodir como uma bomba! De nêutrons, de hormônios, de amor.
Ela sentou na minha cama e ficou me olhando escrever enquanto tocava bacu exu do blues na minha caixinha de som. Seus pés macios como seda tocavam com as pontas dos dedos o tapete de crochê que minha mãe tinha feito. Ela estava mais calada que o normal e dessa vez foi eu que tomei a iniciativa para começar a conversa.
— Jade, o que você faria se estivesse afim de alguém mas não sabe se é reciproco ou não. É para um personagem que tô escrevendo aqui.
— humm.. depende da pessoa. Eu geralmente costumo ficar olhando calada, dando uma indiretas até a pessoa falar alguma coisa.
— E se a pessoa não percebe ou não toma a iniciativa?
— Aí ela perde TUUUDO ISSO haha — Ela disse isso e deu uma risada gostosa jogando seu corpão na cama.
Salvei o documento que eu estava escrevendo e deitei na cama ao seu lado. Ela encostou em mim deitando sua cabeça em meu bíceps. Quase pedia por um carinho como uma gata. Senti o cheiro de seu cabelo crespo e alto. Um vapor quente saía de seus poros e entrava direto na minha alma fazendo meu coração bater fortemente.
Nos olhamos de frente e novamente aquela sensação de alma gêmea surgiu como se estivéssemos espelhando nossas vidas conturbadas. Senti medo de me conhecer. Eu tenho medo de me conhecer mas ali com aqueles olhinhos castanhos me olhando e me devorando, eu sentia que a muralha do medo dentro de mim começava a ceder.
A janela do quarto estava aberta e deu pra ver uma estrela cadente cortando o céu como um meteoro da paixão. Sim é brega, mas fodasse. Deixei passar aquele desejo pois minha língua estava sendo sugada pela mulher mais linda que eu já tinha visto na vida. Ela sem roupa era uma deusa toda perfeita na sua imperfeição.
Era uma potência em cima de mim. Virada no diabo ela pediu para eu chupa-la. Ela enfiava minha cara entre suas pernas e puxava meu cabelo para lá e para cá guiando o seu próprio prazer. Quando ela gozou eu me senti um rei que acabara de tirar uma espada de uma pedra sem esforço algum. Em sua respiração ofegante entendi como naturalmente as coisas acontecem. Minha cabeça entrou no modo de escritor e eu quis correr para o bloco de notas para tomar nota daquela sensação mas logo aquela deusa de ébano me pegou pela nuca e enfiou a língua dela na minha boca até quase sair pela minha nuca. Depois me jogou na cama e montou em mim, cavalgando até eu não aguentar mais e enche-la com meu esperma quente. Ela tremia quando caiu ao meu lado da cama. Teias de aranha tiradas finalmente e de modo triunfal. A comida sempre fica mais gostosa quando se está com fome.
Apesar das recomendações, transávamos quase todos os dias. De todas as formas possíveis. As vezes só para matar o tédio de todos os domingos em que tinha se transformado os dias da semana. Achei engraçado que minha mãe não percebia. Ou percebia e ficava calada. Eu não sei se a questão de sermos primos a incomodava. Talvez ela percebesse que era nada sério. Eu não se para Jade, mas para mim foi muito sério. Pela primeira vez eu pude conhecer o corpo de uma mulher profundamente e pude mergulhar sem medo dentro das possibilidades do meu próprio prazer.
Espelhávamos um no outro não só os olhos mas também a cor de nossa pele, nossa história e passado. Também pela primeira vez não me senti subjugado nem em dúvida. Nem diferente, nem com medo, nem nada. Éramos apenas duas pessoas jovens e saudáveis fodendo num quarto. Eu finalmente era um homem. E só. Com meus defeitos e qualidades e com o direito de aprender com meus erros e acertos.
Cerca de dois meses se passaram e no primeiro relaxamento do lockdown Jade decidiu voltar para casa de sua mãe no Rio. Eu a levei até a rodovia do município. Foi e ainda é muito entranho ver todo mundo de máscara, o distanciamento das pessoas e o nosso também. Por mais que quiséssemos ficar abraçados naqueles últimos momentos juntos não queríamos ser os únicos a não respeitar a nova cultura que foi imposta pelo vírus.
O busão da Andorinhas com uma placa escrito Campo Grande x Rio de Janeiro finalmente chegou. Ela me deu um abraço apertado e seus olhos sorriram acima da máscara preta que ela usava. Senti vontade de lhe dar um beijo e ela pressentindo meu desejo tirou sua máscara pela alça na orelha. Depois cuidadosamente tirou a minha também. Passou os dedos com as unhas sem esmalte no meu rosto. Me beijou profunda e amorosamente por alguns segundos. Não sabíamos se nos veríamos de novo. O medo e o futuro incerto pairavam no ar. Eu queria mais que tudo vê-la novamente em breve. Não só por pela intensidade de tudo que vivemos, mas por uma necessidade de acreditar no futuro. Nada como o medo da morte para nos fazer dar valor as pequenas coisas da vida.
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2018.12.29 02:53 lucius1309 SANIDADE MENTAL

ela tinha um jeito louco de me convencer a fazer algumas insanidades, tais quais eu relato abaixo: ir em shoppings lotados, comprar coisas que não precisávamos, me obrigando a sair de casa, dizendo coisas como "vamo logo amor, senão o shopping vai ficar cheio"... como se nunca estivesse. eu ia porque ela pedia pra eu ir. ou como da outra vez em que ela me fez ir num evento da família dela, e me fez cumprimentar a todos, como se eu fosse uma porra de uma pessoa normal que adora esses eventos (malditos), e não tivesse problemas pra me socializar. ou quando ela disse pra mim que eu precisava diminuir com a bebida porque aquilo tava me fazendo mal, e eu, no auge da minha insanidade alcoólica só pensava "beleza, espera isso sentada, eu quero mais é que tudo se foda." meu desejo principal era sempre de ver o circo pegar fogo e ir até as últimas consequências. e se eu morresse? bom, aí sim o objetivo real teria sido alcançado. aliando meu sentimento auto destrutivo com a vontade dela de morrer, éramos um bom casal, excelente eu diria. numa noite eu estava trancado em casa e com vontade de sair, sair pra encher a cara e mostrar meu pau pra estranhos que eu encontrasse na rua, logicamente, então eu simplesmente saí quando ela foi tomar banho e voltei quase 3 dias depois, e nesses 3 dias mantive o telefone fora de área. eu nem pra dar uma satisfação como um homem deve fazer (e na real, eu tava longe de ser um homem nessa época), algo do tipo "benzinho, saí pra beber e usar drogas de maneira desenfreada, não me espere acordada.", mas não, nem pra isso eu servia. e quando eu chegava em casa, era sempre a mesma discussão, e a gente quase se matava muitas vezes, o esporte preferido dela era atirar as coisas em mim, qualquer objeto que estivesse próximo, e eu só gritava "HEY SUA PUTA, ESSE COPO FOI PRESENTE DO MEU PAI!" e ela retrucava "AINDA BEM QUE QUEBROU ENTÃO, ODEIO AQUELE PUTO!" e mesmo assim, às vezes até no mesmo dia, metíamos como dois animais no cio, o que tornava tudo um pouco mais aceitável. sexo de reconciliação é, e sempre será, o melhor sexo. não estou aqui batendo nessas teclas a toa não. tudo sempre tem um propósito perante Deus, Buda, Alá, Krishna ou qualquer outra divindade que você acredita (ou deixa de acreditar). por mim não faz muita diferença o que os outros têm pensado de tudo que fiz, passei, ou do que sou atualmente. da minha vida pacata. tive um Natal bem apagado e Ano Novo deve ser a mesma coisa. hoje eu evito relacionamentos como o que citei acima, por isso prefiro ser um cara mais sozinho. e não tem sido ruim, tô me adaptando bem a essa solidão. afinal de contas, as teclas estão sempre por aqui, e estarão sempre por aqui, não importa o que aconteça. o cheiro do sucesso é sentido de longe por lobos ferozes que querem os nossos pescoços quando simplesmente damos um ar de todo o tradicional fracasso. como se um lapso de vida pudesse apagar um histórico longo de sofrimento. como se anos pudessem ser esquecidos em meses. porra, a gente sabe que isso não dá. não dá e pronto cabou. talkey? perdoem a piadinha com nosso futuro presidente. prometi nunca falar de política em texto nenhum. e não é agora que vou burlar isso. como eu tava dizendo, baixei até a porra do Tinder e nem ativei. aí apaguei de novo. quero dizer que isso dá muito trabalho, e que me reservo a investir meu tempo e dinheiro numa conta do Spotify, uma pizza com borda recheada, teclas num notebook barato e um pouco de sanidade mental. como se eu, agora, pudesse controlar alguma coisa. como se o fogo estivesse sendo apagado aos poucos. não está. continuo sendo o mesmo cabra fudido emocionalmente de sempre, completamente despreparado, inseguro e prepotente, talvez não tão arrogante, mas longe de ser um completo humilde. meus textos não salvam o mundo, acho que nunca salvaram, e agora eu desisti de toda essa porra bonitinha. estou aqui apenas pra relembrar dores passadas e pensar no que tô fazendo com a minha vida. textos altamente desconexos, exalando podridão e sem aparente significado. sem métrica, sem seguir regra nenhuma, apenas sendo batidos. vou tentar focar novamente... antes as pessoas e principalmente as mulheres tinham uma habilidade muito forte em mim, a habilidade de me induzir a fazer coisas que eu jamais queria fazer. mas de uns tempos pra cá, eu comecei a simplesmente dizer "NÃO", virar as costas e vir pra minha casa, ou não sair dela, e me libertei de uma maneira tremenda. é muito gostoso fazer aquilo que se quer fazer, porque se a gente for colocar na balança, a gente já perde tempo demais fazendo coisas que não queremos fazer: pagar contas, tirar a barba, trabalhar, pegar trânsito/transporte público, ir aos correios, ouvir pessoas odiosas falar coisas que odiamos, etc etc etc. a lista é longa. eu tô tentando encurtar a lista, e para isso comecei a recusar estar entre pessoas. tem funcionado. ... uma noite eu tava em casa e tava louco por uma companhia, eu tava chapando de ficar sozinho, não sei exatamente porque, não sei como, só sei que tava, e foi nessa hora que olhei pros lados e vi que não tinha amigos, nem pessoas que se importavam de verdade comigo, me senti mal na hora, permaneci sozinho, mas depois me bateu uma sensação de alívio em saber que todas as outras pessoas se sentem sozinhas, mesmo estando, na maioria do tempo acompanhadas. e pensar nisso me fez muito bem. tão bem que no dia seguinte eu saí de casa pra ir ao mercado, sorri pra atendente e não reclamei do preço do coxão mole, desejei a ela "bom dia", saí dali e torci pra ela chegar em casa e assistir a novelinha dela em paz, sem ter que fazer janta pra ninguém ou cuidar dos pestinhas de 8 e 10 anos de idade. pois a liberdade dela era tão importante quanto a minha. e quanto maior fosse a dela, maior seria a minha. o dia ganhou sentido sem que eu fizesse muito esforço. e isso me manteve estável mentalmente por semanas. e isso é mais gratificante do que ganhar na mega, ou comer aquela amiga gostosa. ao menos é pra mim.
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2018.02.21 09:18 QuintoImperio Um dia ia eu a andar na rua quando vejo um carro a vir na minha direcção. Um bruto Mercedes...

Um dia ia eu a andar na rua quando vejo um carro a vir na minha direcção. Um bruto Mercedes, preto, todo brilhante, vidros fumados. De repente o carro para e no lugar do passageiro abre-se um vidro. Qual o meu espanto quando vi que quem lá estava dentro era o Quim Barreiros. "Então rapaz, ora viva!" - saudou-me ele com entusiasmo. "Oh senhor Quim, por esta é que eu não estava à espera. Sou um grande fã seu e da sua música" - disse eu, sendo que de imediato fui prontamente interrompido por ele. "Olha lá, queres ir comigo a Londres? Vou dar um concerto privado à Rainha de Inglaterra a seguir ao jantar e fazias-me companhia, escuso eu de ter de ligar a televisão para não me sentir sozinho". Eu nem queria acreditar. "Claro que sim, senhor Quim. Deixe-me só então ir a casa da minha avó para a avisar que não conte comigo para o jantar para ela não fazer empadão a mais e depois é chato eu não aparecer e sobrar" - respondi eu. E em seguida, nunca mais me vou esquecer na vida, com estas exactas palavras ele perguntou: "É verdade, frio não tem graça. Olha lá, a tua avó é uma senhora assim e assim que mora ali?". Fiquei completamente perplexo. P-E-R-P-L-E-X-O. "É essa mesmo, como adivinhou senhor Quim?" - perguntei eu muito espantado. "Ah, nada. Tenho um primo que vive aqui na Ramada. Não te preocupes com isso. Ele depois dá-lhe o recado" - tranquilizou-me ele.
Entrei de imediato no carro e fomos para Figo Maduro onde nos esperava um jacto privado daqueles em que eu só tinha visto até então nos filmes americanos. Era um sonho que eu estava a viver. Foi uma viagem animada. Apesar de ser uma estrela, o Quim Barreiros tem os pés no chão e a fama nunca lhe subiu à cabeça. Contou-me muitas histórias do mundo da música que ele viveu, umas marotas, outras não, as quais, por sigilo e respeito ao Quim, eu não as vou revelar aqui como é óbvio. Ah, e bebemos um licor oriundo da terra do Quim enquanto voávamos e durante o qual ele dava também uns toques para mim no acordeão da música da Édith Piaf, La vie en rose.
Chegados a Londres e ao aeroporto de Heathrow, estava o motorista da rainha à nossa espera. Um senhor todo bem vestido. Prontamente quis levar o acordeão do Quim que de imediato disse: "Não, não. No meu instrumento não tocas tu. Era o que faltava". Pediu mil desculpas e apressou-se a abrir a porta ao Quim Barreiros mas ele de imediato fez sinal com a mão e mandou-me entrar. "Primeiro, a canalha" - disse ele ao motorista. Mais uma vez o senhor Quim a mostrar uma elegância, respeito e cavalheirismo para comigo. Uma coisa curiosa, nunca tinha andado num carro onde o motorista tinha o volante à direita como nos filmes do James Bond. Até aqui tive a sorte de conhecer o Quim Barreiros.
Daí até ao Palácio de Buckingham foi um saltinho. O Quim estava entusiasmado e eu também. Nem parecia que ia cantar e tocar para a Rainha de Inglaterra, tal era a calma que transparecia. "São muitos anos a virar frangos" - segredou-me ele.
Já no palácio e depois de estacionar o carro, vem o mordomo da rainha abrir a porta do carro ao Quim. Mais uma vez ele não deixou abrir a porta, fazendo cara feia ao mordomo e apontando para o meu lado. "Estes ingleses não percebem patavina de etiqueta, chiça" - disse o Quim Barreiros um pouco irritado. Em seguida, também este lhe tentou levar o acordeão. "Olha-me outro a querer mexer no meu instrumento. Nem penses". O mordomo pediu imensa desculpa. Já dentro do palácio, o mordomo levou-nos para uma salinha. Tal é o meu espanto quando abre a porta e estavam lá os Rolling Stones. Não queria acreditar. Belisquei-me para saber que não estava a sonhar. Iam abrir o espectáculo do Quim Barreiros para a rainha. Lá estava o Mick Jagger, com umas calças de licra roxas e uma camisa de alsas amarela enrolada até a cima que mais parecia um soutien de mulher. O Keith Richards elegantemente vestido com um smoking e um laçarote ao pescoço e o Ron Wood com um estilo casual-chic mas que se via que não era comprado na Zara. Já o Charlie Watts vestia uns calções e uma t-shirt com um desenho de uma palmeira que dizia Benidorm.
Ao entrarmos, o Quim e o Mick cumprimentaram-se friamente e com palavras secas. Soube mais tarde que eram muito amigos e há muito tempo mas tinham existido desavenças entre os dois por causa de uma miúda que se meteu entre eles e a coisa nunca ficou bem resolvida. Ainda o Quim Barreiros estava a cumprimentar os restantes elementos da banda quando irrompe a Rainha de Inglaterra, com uma bata branca, uma roupa de trazer por casa. Afinal de contas e para todos os efeitos, ela estava na casa dela. Fazemos todos uma fila e a rainha cumprimenta-nos um a um, só que quando chega a vez do Quim, nervoso por causa do momento, ele engana-se e diz "é uma honra, Sôtora" quando queria dizer "Sua Majestade". O Mick riu-se com um ar gozão como se estivesse engasgado e a cuspir um ou dois cereais. Mas palavra seja dita, o Quim Barreiros aguentou-se forte apesar do seu lapso e de um saquinho de plástico que trazia com ele na viagem, tirou um frasco de Mokambo que ofereceu à rainha. "És sempre o mesmo doce de pessoa, oh Quim. Tantos anos e nunca te esqueces de mim e daquilo que eu gosto" - disse comovida Sua Alteza, a Rainha de Inglaterra Isabel II. O Mick Jagger aí ficou vermelho de raiva. No entanto a rainha continuou: "Peço mil desculpas mas o concerto para hoje terá de ficar para outra altura. O meu neto vai ter amanhã um teste de Ciências da Natureza e só agora me disse. E eu tenho de lhe ensinar a matéria para ele tirar positiva". "Ora essa, não tem problema, primeiro vêm os deveres da escola" - retorquiu logo o Quim Barreiros e todos os membros dos Rolling Stones concordaram, fazendo o gesto com a cabeça.
"Mas fiquem aqui. Ao menos comam antes para não irem de estômago vazio. Encomendei uns quantos frangos assados ali da churrasqueira para o nosso jantar e se não se comer aquilo, depois amanhã, frio, já não tem graça nenhuma" - disse a rainha. E o que a rainha diz, é uma ordem. Sentamo-nos depois na sala de jantar, serviram-nos o frango com batatas fritas de pacote e o Mick vira-se para o Quim e diz-lhe: "Olha para esta música que eu inventei", sacando da sua harmónica que tinha no bolso das calças e que eu pensei erradamente que era o volume do seu pénis quando o vi à chegada. De imediato bufou uns acordes na sua gaita de beiços enquanto cantarolava o "Chupa Teresa". "Epa, já me fodeu este cabrão. Já está, roubou-me a música" - exclamou para mim o Quim visivelmente irritado mas num tom baixo sem levantar alarido. "O que foi, senhor Quim?" - perguntei eu assustado. "É a minha música mas caramba, eles são os Rolling Stones. Eles fazem tudo o que querem. Se eles lançam isto em disco ninguém vai acreditar que fui eu que fiz esta música há muitos anos" - respondeu ele. "Mas essa música saiu em 1992 no álbum com o mesmo nome. Como alguém iria acreditar neles quando o senhor Quim já o lançou?" - perguntei eu inocentemente de seguida. "Eles conseguem lavar o cérebro às pessoas com as músicas nos álbuns deles. É como se fosse o canto de uma sereia. Fazem isso há muitos anos com músicas de outros artistas. Todo o sucesso deles é uma farsa. Por exemplo, um dos maiores êxitos deles era uma música do Miguel Ângelo dos Delfins que o lançou num disco na década de 80 mas que depois os açambarcaram. E mesmo com isso, os créditos são dados todos aos Rolling Stones e o próprio Miguel Ângelo e os Delfins sofreram essa lavagem cerebral e não sabem que foram eles. Foi o próprio Mick Jagger que me contou isto durante umas férias que passamos juntos em Olhão" - esclareceu o Quim Barreiros. Ainda estava o Quim a contar-me isto quando o Keith Richards, já todo bêbado, começa a balbuciar o refrão da música ao ouvido do Quim "Na-na-nesa, na-na-nesa" caíndo depois da cadeira para o chão. "Ele está bem, não se preocupem" - disse o Mick com um ar despreocupado. O Ron e o Charlie assim não o entenderam e levantaram-se dos seus lugares no lado oposto da mesa para irem ajudar o beberrolas.
Esta foi a gota de água. O Quim Barreiros aguentou o gozo do Mick Jagger durante o beija-mão à rainha, o roubo da música e todas as tentativas de desestabilização ao artista mas não aguentou este à vontade e desrespeito do Mick perante o seu colega de banda que caíra inanimado. Levantou-se de imediato e de repente pregou um valente e estrondoso peido que ecoou por toda a sala de jantar do Palácio de Buckingham. O pior veio depois. Um cheiro nauseabundo e putrefacto que nos deixou atordoados. "Foi da sopa de nabiças e hortaliças da terra que comi ao almoço" - dizia alto e em bom som o Quim enquanto se ria que nem um perdido. Eu que ao início também não achei muita piada ao traque mal cheiroso do Quim, me ri. O Mick, o Ron e o Charlie seguiram as minhas gargalhadas e até o Keith acordou e se riu um pouco, desmaiando em seguida novamente porque tinha muita bebida dentro dele.
Enquanto nos ríamos, alguém de repente abre as portas da sala de jantar à pressa para saber o que tinha acontecido, tal estrondoso tinha sido a flatulência do Quim Barreiros. Meus senhores, espantem-se, era a Jennifer Lawrence. Também estava no palácio. "Primeiros" - grita logo o Quim. O Mick atira o guardanapo ao chão visivelmente chateado. "Não fui rápido. Perdi esta" - admitiu o Mick Jagger resignado mas com desportivismo. O Quim Barreiros levanta-se da mesa à pressa e dá o braço à Jennifer Lawrence. Ela ficou toda derretida por ele. Aquele homem sabe da poda. De como as arrebatar. No entanto, sempre um cavalheiro. Nunca ordinário. "Já cá canta, já cá canta" - diz-me ele entusiasmado, perguntando-lhe de seguida como ia eu para casa, visto que ele ia fazer o amor a noite toda com a bela actriz americana num qualquer hotel da capital inglesa. "Fala com o Mick miúdo, ele é boa pessoa, uma das melhores que conheci até hoje e olha que conheci muitas e ele trata do teu assunto" - responde-me o Senhor Quim já quando ia a sair com a loira. E foi verdade. O Mick tratou-me.
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Neste vídeo eu explico através de técnicas de social hacking e inteligência social como cumprimentar uma pessoa de forma eficiente criando um vínculo de confiança. O aperto de mão ideal! # ... [Como Cumprimentar as Pessoas Com Carisma e Confiança] Aprenda alguns simples passos para criar maior conexão e se apresentar da maneira certa em todas as oc... STAND UP - Diferença entre Homem X Mulher - Duration: 6:41. Jonathan Nemer Recommended for you. 6:41. ... COMO CUMPRIMENTAR UMA PESSOA? SOCIAL HACKING - Duration: 5:26. Agora a “Um Mercadólogo” está com uma parceria com Lígia Marques. Vem ver que extraordinárias estas dicas de etiqueta.. Serão uma por dia, e essa é a dica de etiqueta de hoje. Voz ... Nesse video eu respondo a uma pergunta da minha audiência, sobre como cumprimentar as pessoas de forma mais influente. -- MAIS SACADAS COMO ESSAS? WebSite: h... COMO CUMPRIMENTAR AS PESSOAS DE FORMA INFLUENTE ... OPINIÃO FEMININA: Como chegar em uma MULHER! Letícia Cecato - Duration: 9:16. Leticia Cecato ... Como Chegar em uma Menina na ... Instagram : https://www.instagram.com/manual.dohomem Maneiras de cumprimentar o seu amigo sem ser viadão! ... 8:26. 16 Segredos Psicológicos Para Ler A Mente De Uma Pessoa Em 5 Minutos ... 5 Truques Psicológicos pra atrair uma Mulher - Duration ... Como você costuma cumprimentar uma pessoa que acabou de conhecer? Um beijinho, dois, três ou nenhum? Há quem diga que os brasileiros são “beijoqueiros”, mas ...