Tipos de violência no namoro

Hoje, sabemos que a violência no namoro é um importante preditor da violência conjugal e que quem sofre agressões nesta fase de enamoramento certamente irá ser agressor(a) ou vítima no futuro. Violência no Namoro na Adolescência . A adolescência é um período confuso, de contradições no seio da família, na escola e perante o que o ... Violência Verbal A violência verbal consiste em agredir directamente sem uso de força física. Um agressor pode agredir pelo que diz ou pelo que não diz. Um agressor verbal pode também ofender moralmente o agredido. Criticando o seu trabalho, o corpo, ou a forma de realizar determinadas tarefas. O praticante de agressão verbal ataca a… A adolescência é uma fase do ciclo da vida onde ocorrem diversas mudanças e múltiplas experiências de relacionamento, sendo um grupo de risco para relações de violência no namoro. Num estudo realizado pelo Jornal de Noticias (14/08/2018), com 4652 jovens, entre os 12 e os 18 anos, estes relataram ser ou ter sido vítimas de violência. abusivas; e listar as diferenças entre os vários tipos de comportamento. 3. Palavras-chave Ciclo de violência • Violência no namoro Violência nas relações de intimidade • Amor romântico • Sexting Violência nas relações de intimidade entre adolescentes 4. Objetivos de aprendizagem Tipos de Violência no Namoro De acordo com a APAV (2017), a violência pode manifestar-se de várias formas: violência física, sexual, psicológica, verbal e social. Violência no Namoro. A violência no namoro acontece quando o/a nosso/a parceiro nos magoa (física, emocional ou sexualmente) e nos controla a nós e à nossa relação. É um ato de violência, pontual ou contínuo, que tem como objetivo ter mais poder e controlo do que a outra pessoa envolvida na relação. Violência no Namoro Nós, alunos do 12º ano da turma D, da Escola Secundária de Moura, no âmbito da disciplina de Área de Projecto criamos este blog com o objectivo de alertar todas as pessoas para a violência no namoro. Ver o meu perfil completo

O tóxico do pãozinho de queijo

2020.07.09 17:03 BatataC9 O tóxico do pãozinho de queijo

{o título tá uma merda perdão} Olá Lubixco, gatas, falecidos papelões, falecida barba, possível convidado (q n existe) e turma q está a assistir (Sou baiana ent.. fique avontade Lubitho)
Bem, hj eu vim contar uma história q aconteceu qnd eu tinha 11 anos, ela envolve, ex tóxico, melhores amigas violentas, mijo nas calças, e muito choro kkkkkkk
Enfim, vamos lá, (Detalhe importante, eu tenho um grupinho, com 3 melhores amigas, nos conhecemos desde pequenas, duas delas estudam na msm escola q eu), eu estava no 7° ano e tinha uma amiga da condução, vamos chana-la de Tatá, a Tatá era do 6° ano, e eu as vezes andava com os amigos dela, entre esses amigos, tinha um garoto q eu achava bonitinho, cmç a conversar mais com ele e percebi q ele era mt legal, dps de um tempo me aproximando, 1 ou 2 meses percebi q estava gostando dele, contei para a Tata e pedi ajuda pra saber se ele gostava de mim, uma semana se passou e ela me disse q ele gostava de mim, eu fiquei super feliz né, dps de mais um tempo conversando, eu dei um selinho nele pra ver se ele se tocava q eu gostava dele
Alguns dias dps desse selinho, ele me pediu em namoro (foi bem fofinho) eu aceitei, no cmç era incrível, ficávamos juntos no recreio sempre, apresentei ele pros meus amigos, e tals, MAAAS, dps de um tempo, ele ficou frio, grosso, n queria ficar cmg, me tratava mt mal, marcavamos de nos encontrar no recreio chegada ou saída e ele me dava bolo, dps dava uma desculpa idiota (E eu como boa trouxa q eu sou, aceitava numa boa) entre outros 5 meses se passaram e eu ainda estava com ele, no dia em q fizemos 5 meses juntos, eu escrevi várias mensagens fofas, comprei pão de queijo, e uma caixa de bombons (Pus as mensagens grudadas nos bombons) e fui pra escola
Chegando lá, ele ME IGNOROU COMPLETAMENTE, falei com ele e ele me tratou super mal, me empurrou e disse
"Pô cara me deixa em paz, n tá vendo q eu tô ocupado caralh*"
Fiquei mt chateada, sou uma pessoa sentimental e qualquer coisa eu tô chorando, segurei minhas lágrimas e fui pra minha sala, na hora do recreio fui até ele (com meu pão de queijo na mão) e nós brigamos feio, terminei com ele dizendo q não aguentava mais ser tratada daquela forma, q ele era tóxico, idiota e ridículo, ele pegou o meu pãozinho, TACOU EM MIM! e saiu, fiquei revoltada, mas ainda triste, chorei o resto do dia e pra infelicidade do sujeito, minhas amigas viram
No fim da aula, eu estava muito triste ainda, a escola tava quase vazia (minha condução chegava atrasada), eu tava em um banco da pracinha ouvindo música, qnd a Tata chega correndo e me solta "Amg, tão batendo no "Carls" vem cá!!!"
Eu fico confusa, tipo oq eu tenho a ver, mas vou com ela, ainda cabisbaixa, chegando lá, na parte de trás da escola, onde tem umas mesinhas, tá as duas meninas q eu falei no início (vamos chamar de Lu e Beh) e uma amg nossa (vamos chamar de cagada, história pra dps kkkkkk), além do menino, q tá sentado na mesinha, obrigado!
Elas cmç a bater nele, mandando ele me pedir desculpa, ele tava chorando já, elas tinham 15 e 14 anos e o garoto, 11, ele me pediu desculpa chorando, elas fizeram ele dizer "Eu sou um idiota, ridículo e pa* no [email protected]" O garoto estava tremendo de medo já, tinha gente até gravando, dps de tudo, cada uma das minhas amigas deu um soco nas costas dele e falaram pra eu dar tbm, sou contra violência ent neguei, falei q aquilo era desnecessário, n posso negar, ri um pouco mas dps pensei q elas eram mt mais velhas e já tava ficando ridículo aquilo, Lu (q é a mais velha) deu um soco nele "por mim" e dps soltaram o msm, q foi correndo pro banheiro, os amgs dele q souberam oq teve dps foram pro banheiro atrás dele e voltaram dizendo q ele tava chorando mt e q tinha SE MIJADO!!!
Sai correndo e me tranquei no banheiro, me senti muito culpada por aquilo, o garoto tinha 11 anos, msm me fzd mt mal, n acho q merecia isso
Qnd a condução chegou entrei sem olhar pras minhas amigas, sentei sozinha e fiquei ainda com aquela culpa, qnd cheguei em casa pedi mil desculpas pelas minhas amigas para o garoto pelo wpp (elas ainda me chamam de trouxa por isso), ele respondeu falando q eu era uma puta vadia dos infernos, hj estou bem, mas na época, fez eu me sentir mais culpada ainda
É isso Lubinha, espero q tenha gostado, obg por ler, desculpa se ficou MT grande e por qualquer erro de português kkkkk foi a minha primeira vez aqui, sou muito sua fã, vc é meu Youtuber preferido, amo vc, bjs menor q treixxxx
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2020.07.09 13:46 LeonorUwU Meu ex psicopata que não superou o término

Olá Luba, editor, falecidos bonecos de papelão, gatas e público que está a ler :D então hoje eu vou contar a história de um dos meus piores relacionamentos passados( tem treta, violência, boatos falsos e muito mais) ps: Luba eu sou de Portugal estou tentado adaptar a minha história para português do Brasil :).... Então tudo começou quando eu estava por volta dos meus 10/11 anos. Na época eu tinha decidido entrar no grupo de escuteiros da minha cidade, pois parecia muito legal e tinha alguns amigos lá e tals. Quando eu comecei a frequentar o grupo, eu conheci um garoto (vamos chamar ele de Carls), e imediatamente fiquei amiga dele pois ele era muito simpático e era amigo dos meus outros amigos. Algumas semanas se passaram, e o nosso grupo de escuteiros participou numa procissão. A gente estava lá e tals, e teve uma hora que a gente parou. Nessa hora eu e os meus amigos incluindo o Carls, fizemos uma rodinha e começamos a jogar joguinho e de criança (que na época era verdade ou desafio) então do nada os meus amigos começaram a falar que tinha um garoto do grupo que estava gostando de mim. Eu fiquei muito curiosa e confusa ao mesmo tempo pois eu apenas frequentava o grupo fazia poucas semanas. Daí eles me falaram que o garoto que estava afim de mim era o Carls. Eu pensei para mim mesma (OK tudo bem, mas eu não sinto nada por ele, apenas somos amigos e nada mais). Então a gente retornou para a procissão e os meus amigos não paravam de falar que eu tinha que ficar com ele porque ele gostava muito de mim e eu não poderia recusar. Então alguns dias depois ele me pediu em namoro, mesmo a gente não se conhecendo muito bem, eu aceitei devido às obrigações que meus amigos me impuseram. (eu era uma criança muito burrinha :/). A gente começou a namorar e todos os dias ele ia me procurar na escola, e ficava perguntando para todo o mundo onde eu estava pois ele precisava de estar comigo toda a hora. No inicio eu não vi nada de errado pois achava que era coisa de namorado, mas então alguns dias depois o nosso grupo de escuteiros fez um acampamento, que foi muito legal inclusive, mas os meus amigos ficavam toda a hora falando coisas do género (AH SE BEIJEM! DÊM AS MÃOS) eu estava ficando meio cansada disso. No último dia do acampamento a gente voltou para casa de ônibus, eu sentei do lado dele por pura obrigação. Então eu tentei conversar com ele para melhorar um pouco o clima. Eu decidi perguntar quais eram os seus maiores sonhos, e ele respondeu (MEUS MAIORES SONHOS SÃO ME CASAR COM VOCÊ E TER FILHOS COM VOCÊ!) após ele falar isso eu tive a certeza de que o Carls estava obesecado por mim, e não era normal falar esse tipo de coisa para uma pessoa que você conhece FAZ NEM UM MÊS. Eu decidi por mim mesma que não queria continuar com aquilo, pois não era saudável, ele parecia um stalker psicopata, que ficava me seguindo para todo o lado e não deixava eu falar com outros garotos. Após algumas semanas eu tomei coragem e terminei com ele... Não fui capaz de dizer a ele diretamente, por isso pedi à minha amiga para falar para ele que eu queria terminar (O QUE FOI UM GRANDE ERRO). Algumas horas depois, umas meninas da sala dele me chamaram no banheiro para conversar , e feita burra eu fui, quando cheguei na zona em que a turma do Carls tinha aula (a gente estava separado por turma) um amigo dele ME EMPURROU COM TODA A FORÇA CONTRA UM CACIFO ESCOLAR, e o impacto fez com que eu quase QUEBRASSE MEU BRAÇO. Logo após ele ter me agredifo ele falou (PORQUÊ VOCÊ TERMINOU COM ELE SUA IDIOTA!? VOCÊ ERA MUITO IMPORTANTE PARA ELE E NÃO TINHA O DIREITO DE TERMINAR COM ELE >:(...) eu fiquei muito assustada e entrei a correr para dentro do banheiro femenino para falar com as tais meninas da sala dele. Quando eu entrei ELAS ME RODEARAM E ME OBRIGARAM A FALAR O PORQUÊ DE EU TER TERMINADO COM O MENINO. Eu imediatamente comecei a chorar, e expliquei para elas tudo o que Carls fazia, e ele parecia meio psicopata. Elas me compreenderam e me deixaram ir. Depois disso eu fui para a minha aula e me falaram que Carls passou a sua aula inteira chorando e que a culpa disso tudo era minha E QUE EU ERA HORRÍVEL. Depois da aula me chamaram denovo mas dessa vez tinha sido um amigo do Carls, quando eu cheguei na turma dele, ESTAVA TODO O MUNDO REVOLTADO COMIGO, PORQUE O IDIOTA DO CARLS REVOLTOU TODA A SUA TURMA CONTRA MIM, eu estava assustada com todos aqueles olhares ameaçadores, e perguntei o que estava acontecendo e o porquê de todos estarem me olhando daquele jeito. Em seguida uma menina me falou que o Carls tinha espalhado o boato de que EU TINHA DEIXADO ELE POIS EU ESTAVA APAIXONADA POR OUTRO MENINO DE OUTRA SALA( o que era totalmente mentira) E TODOS ME FICARAM ENCARANDO COMO SE EU FOSSE UMA FALSA. Eu tentei falar para todos eles que era mentira e que o Carls era demasiado apegado a mim e que eu não me sentia confortável com aquele relacionamento "abusivo" e falei que estava namorando ele por PURA OBRIGAÇÃO, e nunca falei que estava 'apaixonada' por ele. Na hora ninguém acreditou, pois ele tinha espalhado aquele boato de uma maneira que me fez passar PELA MÁ DA HISTÓRIA. Semanas se passaram e eu cortei o contacto com as pessoas daquela turma. Tinha algumas pessoas lá (mais ou menos 3) que ficavam me falando que o Carls chorava em TODAS as aulas e os professores estavam ficando fartos do seu choro irritante. Meses se passaram e as coisas acalmaram. As pessoas da turma dele deixaram de me olhar como má da história, e começaram a perceber que aqueles boatos eram mentira, e que eu estava sendo obrigada a estar com ele. ANOS SE PASSARAM, e eu tentava recuperar a minha amizade com ele, porque eu sei que embora ele tivesse aquele lado meio psicopata, ele até era um garoto legal. Eu e Carls meio que recuperamos a nossa amizade, mas ele me propôs vários pedidos de namoro denovo.... E teve um em específico em que ele falou que se eu não aceitasse, ELE NUNCA SERIA FELIZ E QUE PODERIA TIRAR A PRÓPRIA VIDA..... e tudo isso quando a gente era criança. Os anos se passaram e a gente continuava falando mas eu tentava não lhe dar expectativas para ele conseguir perceber que eu não queria nada com ele. Enfim essa foi a minha estória.... Foi meio nhe, mas espero que tenha entretido vocês :D beijos <3
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2020.06.21 19:49 LeonorUwU (Repost porque flopou) O DIA EM QUE O MEU EX PSICOPATA INVENTOU BOATOS SOBRE MIM PORQUE NÃO SUPEROU O TÉRMINO :')

Olá Luba, editor, falecidos bonecos de papelão, gatas e público que está a ver :D então hoje eu vou contar a história de um dos meus piores relacionamentos passados( tem treta, violência, boatos falsos e muito mais) ps: Luba eu sou de Portugal estou tentado adaptar a minha história para português do Brasil :).... Então tudo começou quando eu estava por volta dos meus 10/11 anos. Na época eu tinha decidido entrar no grupo de escuteiros da minha cidade, pois parecia muito legal e tinha alguns amigos lá e tals. Quando eu comecei a frequentar o grupo, eu conheci um garoto (vamos chamar ele de karls), e imediatamente fiquei amiga dele pois ele era muito simpático e era amigo dos meus outros amigos. Algumas semanas se passaram, e o nosso grupo de escuteiros participou numa procissão. A gente estava lá e tals, e teve uma hora que a gente parou. Nessa hora eu e os meus amigos incluindo o karls, fizemos uma rodinha e começamos a jogar joguinho e de criança (que na época era verdade ou desafio) então do nada os meus amigos começaram a falar que tinha um garoto do grupo que estava gostando de mim. Eu fiquei muito curiosa e confusa ao mesmo tempo pois eu apenas frequentava o grupo fazia poucas semanas. Daí eles me falaram que o garoto que estava afim de mim era o karls. Eu pensei para mim mesma (OK tudo bem, mas eu não sinto nada por ele, apenas somos amigos e nada mais). Então a gente retornou para a procissão e os meus amigos não paravam de falar que eu tinha que ficar com ele porque ele gostava muito de mim e eu não poderia recusar. Então alguns dias depois ele me pediu em namoro, mesmo a gente não se conhecendo muito bem, eu aceitei devido às obrigações que meus amigos me impuseram. (eu era uma criança muito burrinha :/). A gente começou a namorar e todos os dias ele ia me procurar na escola, e ficava perguntando para todo o mundo onde eu estava pois ele precisava de estar comigo toda a hora(comportamento de garoto meio obesecado) No inicio eu não vi nada de errado pois achava que era coisa de namorado, mas então alguns dias depois o nosso grupo de escuteiros fez um acampamento, que foi muito legal inclusive, mas os meus amigos ficavam toda a hora falando coisas do género (AH SE BEIJEM! DÊM AS MÃOS) eu estava ficando meio cansada disso. No último dia do acampamento a gente voltou para casa de ônibus, eu sentei do lado dele por pura obrigação. Então eu tentei conversar com ele para melhorar um pouco o clima. Eu decidi perguntar quais eram os seus maiores sonhos, e ele respondeu (MEUS MAIORES SONHOS SÃO ME CASAR COM VOCÊ E TER FILHOS COM VOCÊ!) após ele falar isso eu tive a certeza de que o karls estava obesecado por mim, e não era normal falar esse tipo de coisa para uma pessoa que você conhece FAZ NEM UM MÊS. Eu decidi por mim mesma que não queria continuar com aquilo, pois não era saudável, ele parecia um stalker psicopata, que ficava me seguindo para todo o lado e não deixava eu falar com outros garotos. Após algumas semanas eu tomei coragem e terminei com ele... Não fui capaz de dizer a ele diretamente, por isso pedi à minha amiga para falar para ele que eu queria terminar (O QUE FOI UM GRANDE ERRO). Algumas horas depois, umas meninas da sala dele me chamaram no banheiro para conversar , e feita burra eu fui, quando cheguei na zona em que a turma do karls tinha aula (a gente estava separado por turma) um amigo dele ME EMPURROU COM TODA A FORÇA CONTRA UM CACIFO ESCOLAR, e o impacto fez com que eu quase QUEBRASSE MEU BRAÇO. Logo após ele ter me agredifo ele falou (PORQUÊ VOCÊ TERMINOU COM ELE SUA IDIOTA!? VOCÊ ERA MUITO IMPORTANTE PARA ELE E NÃO TINHA O DIREITO DE TERMINAR COM ELE >:(...) eu fiquei muito assustada e entrei a correr para dentro do banheiro femenino para falar com as tais meninas da sala dele. Quando eu entrei ELAS ME RODEARAM (que nem um interrogatório de criminoso) E ME OBRIGARAM A FALAR O PORQUÊ DE EU TER TERMINADO COM O MENINO. Eu imediatamente comecei a chorar, e expliquei para elas tudo o que karls fazia, e ele parecia meio psicopata. Elas me compreenderam e me deixaram ir. Depois disso eu fui para a minha aula e me falaram que Carls passou a sua aula inteira chorando e que a culpa disso tudo era minha E QUE EU ERA HORRÍVEL. Depois da aula me chamaram denovo mas dessa vez tinha sido um amigo do karls, e ele falou para eu ir o mais rápido possível pois as coisas estavam tensas. quando eu cheguei na turma dele, ESTAVA TODO O MUNDO REVOLTADO COMIGO, PORQUE O IDIOTA DO KARLS REVOLTOU TODA A SUA TURMA CONTRA MIM, eu estava assustada com todos aqueles olhares ameaçadores, e perguntei o que estava acontecendo e o porquê de todos estarem me olhando daquele jeito. Em seguida uma menina me falou que o Karls tinha espalhado o boato de que EU TINHA DEIXADO ELE POIS EU ESTAVA APAIXONADA POR OUTRO MENINO DE OUTRA SALA( o que era totalmente mentira) E TODOS ME FICARAM ENCARANDO COMO SE EU FOSSE UMA FALSA VAGABUNDA. Eu tentei falar para todos eles que era mentira e que o Karls era demasiado apegado a mim e que eu não me sentia confortável com aquele relacionamento "abusivo" e falei que estava namorando ele por PURA OBRIGAÇÃO, e nunca falei que estava 'apaixonada' por ele. Na hora ninguém acreditou, pois ele tinha espalhado aquele boato de uma maneira que me fez passar PELA MÁ DA HISTÓRIA. Semanas se passaram e eu cortei o contacto com as pessoas daquela turma. Tinha algumas pessoas lá (mais ou menos 3) que ficavam me falando que o Karls chorava em TODAS as aulas e os professores estavam ficando fartos do seu choro irritante. Meses se passaram e as coisas acalmaram. As pessoas da turma dele deixaram de me olhar como má da história, e começaram a perceber que aqueles boatos eram mentira, e que eu estava sendo obrigada a estar com ele. ANOS SE PASSARAM, e eu tentava recuperar a minha amizade com ele, porque eu sei que embora ele tivesse aquele lado meio psicopata, ele até era um garoto legal. Eu e Karls meio que recuperamos a nossa amizade, mas ele me propôs vários pedidos de namoro denovo.... E teve um em específico em que ele falou que se eu não aceitasse, ELE NUNCA SERIA FELIZ E QUE PODERIA TIRAR A PRÓPRIA VIDA..... e tudo isso quando a gente era criança. Os anos se passaram e a gente continuava falando mas eu tentava não lhe dar expectativas para ele conseguir perceber que eu não queria nada com ele. Enfim essa foi a minha estória.... Foi meio nhe, mas espero que tenha entretido vocês(PS: eu e Karl's hoje somos grandes amigos, ele percebeu que em criança era meio louco e me pediu desculpas, provavelmente ele vai estar vendo esse vídeo... 'Karls' não me odeie kk) :D beijos <3
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2020.06.13 23:43 LeonorUwU A época em que meu ex psicopata revoltou todos os meus amigos contra mim 😗

Olá Luba, editor, falecidos bonecos de papelão, gatas e público que está a ver :D então hoje eu vou contar a história de um dos meus piores relacionamentos passados( tem treta, violência, boatos falsos e muito mais) ps: Luba eu sou de Portugal estou tentado adaptar a minha história para português do Brasil :).... Então tudo começou quando eu estava por volta dos meus 10/11 anos. Na época eu tinha decidido entrar no grupo de escuteiros da minha cidade, pois parecia muito legal e tinha alguns amigos lá e tals. Quando eu comecei a frequentar o grupo, eu conheci um garoto (vamos chamar ele de karls), e imediatamente fiquei amiga dele pois ele era muito simpático e era amigo dos meus outros amigos. Algumas semanas se passaram, e o nosso grupo de escuteiros participou numa procissão. A gente estava lá e tals, e teve uma hora que a gente parou. Nessa hora eu e os meus amigos incluindo o karls, fizemos uma rodinha e começamos a jogar joguinho e de criança (que na época era verdade ou desafio) então do nada os meus amigos começaram a falar que tinha um garoto do grupo que estava gostando de mim. Eu fiquei muito curiosa e confusa ao mesmo tempo pois eu apenas frequentava o grupo fazia poucas semanas. Daí eles me falaram que o garoto que estava afim de mim era o karls. Eu pensei para mim mesma (OK tudo bem, mas eu não sinto nada por ele, apenas somos amigos e nada mais). Então a gente retornou para a procissão e os meus amigos não paravam de falar que eu tinha que ficar com ele porque ele gostava muito de mim e eu não poderia recusar. Então alguns dias depois ele me pediu em namoro, mesmo a gente não se conhecendo muito bem, eu aceitei devido às obrigações que meus amigos me impuseram. (eu era uma criança muito burrinha :/). A gente começou a namorar e todos os dias ele ia me procurar na escola, e ficava perguntando para todo o mundo onde eu estava pois ele precisava de estar comigo toda a hora(comportamento de garoto meio obesecado) No inicio eu não vi nada de errado pois achava que era coisa de namorado, mas então alguns dias depois o nosso grupo de escuteiros fez um acampamento, que foi muito legal inclusive, mas os meus amigos ficavam toda a hora falando coisas do género (AH SE BEIJEM! DÊM AS MÃOS) eu estava ficando meio cansada disso. No último dia do acampamento a gente voltou para casa de ônibus, eu sentei do lado dele por pura obrigação. Então eu tentei conversar com ele para melhorar um pouco o clima. Eu decidi perguntar quais eram os seus maiores sonhos, e ele respondeu (MEUS MAIORES SONHOS SÃO ME CASAR COM VOCÊ E TER FILHOS COM VOCÊ!) após ele falar isso eu tive a certeza de que o karls estava obesecado por mim, e não era normal falar esse tipo de coisa para uma pessoa que você conhece FAZ NEM UM MÊS. Eu decidi por mim mesma que não queria continuar com aquilo, pois não era saudável, ele parecia um stalker psicopata, que ficava me seguindo para todo o lado e não deixava eu falar com outros garotos. Após algumas semanas eu tomei coragem e terminei com ele... Não fui capaz de dizer a ele diretamente, por isso pedi à minha amiga para falar para ele que eu queria terminar (O QUE FOI UM GRANDE ERRO). Algumas horas depois, umas meninas da sala dele me chamaram no banheiro para conversar , e feita burra eu fui, quando cheguei na zona em que a turma do karls tinha aula (a gente estava separado por turma) um amigo dele ME EMPURROU COM TODA A FORÇA CONTRA UM CACIFO ESCOLAR, e o impacto fez com que eu quase QUEBRASSE MEU BRAÇO. Logo após ele ter me agredifo ele falou (PORQUÊ VOCÊ TERMINOU COM ELE SUA IDIOTA!? VOCÊ ERA MUITO IMPORTANTE PARA ELE E NÃO TINHA O DIREITO DE TERMINAR COM ELE >:(...) eu fiquei muito assustada e entrei a correr para dentro do banheiro femenino para falar com as tais meninas da sala dele. Quando eu entrei ELAS ME RODEARAM (que nem um interrogatório de criminoso) E ME OBRIGARAM A FALAR O PORQUÊ DE EU TER TERMINADO COM O MENINO. Eu imediatamente comecei a chorar, e expliquei para elas tudo o que karls fazia, e ele parecia meio psicopata. Elas me compreenderam e me deixaram ir. Depois disso eu fui para a minha aula e me falaram que Carls passou a sua aula inteira chorando e que a culpa disso tudo era minha E QUE EU ERA HORRÍVEL. Depois da aula me chamaram denovo mas dessa vez tinha sido um amigo do karls, e ele falou para eu ir o mais rápido possível pois as coisas estavam tensas. quando eu cheguei na turma dele, ESTAVA TODO O MUNDO REVOLTADO COMIGO, PORQUE O IDIOTA DO KARLS REVOLTOU TODA A SUA TURMA CONTRA MIM, eu estava assustada com todos aqueles olhares ameaçadores, e perguntei o que estava acontecendo e o porquê de todos estarem me olhando daquele jeito. Em seguida uma menina me falou que o Karls tinha espalhado o boato de que EU TINHA DEIXADO ELE POIS EU ESTAVA APAIXONADA POR OUTRO MENINO DE OUTRA SALA( o que era totalmente mentira) E TODOS ME FICARAM ENCARANDO COMO SE EU FOSSE UMA FALSA VAGABUNDA. Eu tentei falar para todos eles que era mentira e que o Karls era demasiado apegado a mim e que eu não me sentia confortável com aquele relacionamento "abusivo" e falei que estava namorando ele por PURA OBRIGAÇÃO, e nunca falei que estava 'apaixonada' por ele. Na hora ninguém acreditou, pois ele tinha espalhado aquele boato de uma maneira que me fez passar PELA MÁ DA HISTÓRIA. Semanas se passaram e eu cortei o contacto com as pessoas daquela turma. Tinha algumas pessoas lá (mais ou menos 3) que ficavam me falando que o Karls chorava em TODAS as aulas e os professores estavam ficando fartos do seu choro irritante. Meses se passaram e as coisas acalmaram. As pessoas da turma dele deixaram de me olhar como má da história, e começaram a perceber que aqueles boatos eram mentira, e que eu estava sendo obrigada a estar com ele. ANOS SE PASSARAM, e eu tentava recuperar a minha amizade com ele, porque eu sei que embora ele tivesse aquele lado meio psicopata, ele até era um garoto legal. Eu e Karls meio que recuperamos a nossa amizade, mas ele me propôs vários pedidos de namoro denovo.... E teve um em específico em que ele falou que se eu não aceitasse, ELE NUNCA SERIA FELIZ E QUE PODERIA TIRAR A PRÓPRIA VIDA..... e tudo isso quando a gente era criança. Os anos se passaram e a gente continuava falando mas eu tentava não lhe dar expectativas para ele conseguir perceber que eu não queria nada com ele. Enfim essa foi a minha estória.... Foi meio nhe, mas espero que tenha entretido vocês(PS: eu e Karl's hoje somos grandes amigos, ele percebeu que em criança era meio louco e me pediu desculpas, provavelmente ele vai estar vendo esse vídeo... 'Karls' não me odeie kk) :D beijos <3
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2020.06.04 21:31 lysguil Preciso de conselhos e analisem a situação pra mim por favor

Oi galera, eu queria pedir um conselho para vocês. É em relação a relacionamento e agradeço a quem puder me ajudar nessa, tá foda. Eu estou abrindo minha alma e coração nesse texto, direi toda a verdade
Primeiro me deixem contar algumas coisas sobre mim, isso pode ajudar a entender algumas das minhas ações. Isso não me exime de culpa, sei disso e não vou usar nada disso para me fazer de vítima ou pra me eximir de responsabilidades. Sei que a culpa foi toda minha.
Primeiro de tudo eu não sou um neurotipico. Não tenho autismo mas, embora minha família (meu pai mais precisamente) não tenha deixado que um diagnóstico fosse feito, ficou claro para todos desde criança que eu tinha algo. Eu odeio do fundo do coração o barulho. Odeio sons altos em geral, isso inclui música e por isso não consigo ficar muito tempo em festas. Para aguentar ficar em ambientes barulhentos eu preciso ficar bêbado e ainda assim é bastante incômodo.
A segunda coisa para se saber sobre mim é que sofri abuso sexual na infância. Foram duas mulheres diferentes, nenhuma delas da minha família. Nunca contei pra minha família e acho que nunca irei contar. Bom, não sei dizer como me sinto sobre isso. Acho que minha tara sexual tem a ver com isso. As vezes eu choro quando me lembro mas não sinto anda sobre. É normal isso? Enfim, eu não sei pq quanto isso me afetou. Sofri abuso até os 11 anos e para ser honesto, como homem eu não consigo falar sobre o que a segunda mulher fez comigo. É humilhante demais. Vou morrer e levar isso para o túmulo.
A terceira coisa que preciso contar é que fui diagnosticado com depressão ao 13 anos de idade. Eu era pequeno, magricelo e esquisito. Gostava de cards do Yu gi oh e fixar isolado na biblioteca da escola (Pq era um lugar silencioso), então da pra imaginar quanto bullying eu sofria. Enfim, a depressão me deixou quebrado e teve seus picos. Nessa época tive minha primeira tentativa de suicídio. Minha família nunca soube. No dia seguinte ainda fui pra escola, como se nada tivesse acontecido. Essa foi a primeira de uma série de tentativas.
Agora que já falei essas características eu vou começar a falar meu problema, peço perdão se ficar muito longo. Aos 16 anos eu tive uma namorada e ela morreu de câncer. Isso piorou meu quadro depressivo, eu fiquei agressivo e aprendi a resolver as coisas com violência. Tentei me matar mais algumas vezes e tava foda. Eu tomava tantos remédios para a depressão que ficava grogue, totalmente dopado meio hora depois de tomar. Minha mãe me fez parar, com o apoio da minha vó. Eu estava começando a superar a coisa quando minha vó, a pessoa que eu mais amava na vida, faleceu subitamente. Deus, acho que eu... Bom eu nem sei dizer o que eu sentia. Simplesmente não sei. Doeu mais do que tudo. Depois desse dia eu não conseguia chorar, não conseguia sentir. Fiquei anestesiado sabe? Meu psiquiatra falou UE eu estava num estado de "melancolia", onde eu não conseguia mais sentir felicidade. Eu poderia ficar alegre ou coisas do tipo mas verdadeira felicidade era impossível. Bom, foi foda. Eu tinha 17 na época.
Fiz amizade com uma garota aos 16, Melissa, ela fazia terapia em grupo comigo. Era meio patricinha mimada mas uma boa pessoa. A gente conversava e diziamos nossos planos um pro outro. Ela me ajudou a superar a barra da terapia. Quando eu tinha 18 e ainda estava sentindo o impacto da perda da minha vó, essa garota se matou. No mesmo dia ela pediu pra conversar comigo e eu não estava em casa para conversar (nos falávamos pelo facebook). Eu só fui saber sobre pelas postagens no Facebook dela. Eu não senti nada na hora, achei que não tinha em afetado, anos depois eu ia perceber o quanto me afetou.
Bom, eu segui minha vida. Comecei a faculdade de direito, minha mãe queria um filho juiz e eu tava no piloto automático. Só fui seguindo. Fiz pouco tempo do curso de direito e realmente não era pra mim. No começo de 2018 eu conheci uma garota pela internet. Ela tinha 15 e eu 19. Ela morava em uma cidade um tanto distante mas dentro do mesmo estado que eu moro e a gente começou a papear. Mano, eu garoto incrível! Sério, era maravilhosa demais. Eu vou resumir pra vocês a questão: Eu me assustei com ela, a depressão ainda estava forte e eu não sabia o que tava acontecendo. Por fim eu me afastei dela e e bloqueei no Facebook. Eu sei, sou um tremendo babaca.
Fiquei mais alguns meses na minha vida de merda e fui jogar habbo hotel. Eu sei, eu sei. Coisa de criança mas só queria sentir aquilo que eu sentia novamente quando tinha 11 anos e jogava RPGs no hotel. Não consegui claro. Eu cresci, o mundo mudou e não dá pra voltar a infância. No jogo uma garota conversou comigo, tinha 19 também e me pediu o insta pra conversar. Eu fui e fiz um insta com a intenção de papear um pouco. A partir daqui eu me torno o monstro. De verdade. A garota tinha depressão também e me falava sobre os problemas dela mas também puxada uns assuntos mais sexuais. Não sexuais entre eu e ela, ela só contava como eram as transas dela e eu perguntava uma coisa ou outra sobre as minhas. Eu contava na boa. E os meses foram passando. Eu era um homem quebrado servindo de confidente pra uma garota aleatória da internet.
Eu desbloqueei a garota do começo do ano e voltamos a nos falar. Ela era legal, alegre, bonita e maravilhosa. E ela gostava de mim! Deus do céu ela gostava de mim! Eu também gostava dela. Eu contei algumas mentiras sobre mim pra ela, pra impressionar um pouco mas sempre disse "eu sou um homem quebrado", eu falava que minha cabeça tava toda ferrada o tempo todo pra ela. Ela disse que não se importava e me pedia para ir vê-la na cidade dela. Eu pensava em ir, fazia de tudo para ir... e na última hora eu dava para trás. Não conseguia ir. A minha vida de amar a distância e ser confidente seguiu até o final do ano de 2018. No ano novo eu tomei uma decisão: ia pedir a garota da outra cidade em namoro. Eu pedi e ela aceitou. Ok, vão me chamar de gado e tudo bem. Eu estava na casa de praia que minha mãe tinha comprado e pretendia visitar a garota assim que voltasse.
Quando voltei veio a notícia: Eu tinha conseguido a vaga em gastronomia! Era a porra do meu sonho ali! Fui correr atrás de documentos, matrícula, uniforme e material. Nisso passou algumas semanas e como não fui ver a garota ela terminou comigo e me falou que eu tava fazendo ela de trouxa de novo (ela sentia que eu tinha feito ela de trouxa em 2018 inteiro). Depois de uma semana ela veio falar comigo e minhas aulas já estavam começando. Demorei um mês para conseguir ir vê-la e quando cheguei lá... Ela era divina. Maravilhosa. Eu tive que esperar ela na rodoviária e pensei que tinha caído em alguma pegadinha kkkkk mas ela veio e eu fiquei muito feliz. A gente foi no shopping, assistiu um filme e ela me convenceu a passar a noite na casa dela. Dormir na sala claro, os pais dela concordaram. Não vou mentir: agi cono um idiota nesse dia. A depressão e a irritabilidade me faziam ser muito imbecil e babaca (eu me envergonho e me arrependo muito disso hoje).
Bom, nessa época não estávamos namorando e eu dizia que não ia pedir ela em namoro (tava com orgulho ferido por ela ter terminado comigo). Um dia ela me falou tava com dor e ficou o dia todo sem me responder mais. Mano, eu morri de preocupação! Fiquei desesperado. Quando ela finalmente leu minhas mensagens eu pedi ela em namoro. Joguei o orgulho de lado e pedi em namoro a mulher que eu amava. Bem, Eu fui ver ela mais vezes, no aniversário de 17 dela e outros. Enfim, seguindo adiante.
Bom, lembra da mina da internet? Então. A gente continuava conversando sempre mas ela tava cada vez mais deprimida e mais dependente emocionalmente de mim. Ela me contava as coisas e eu só ouvia agora, ela falava bastante de sexo e afins. Sei que era errado com minha namorada mas é aí que entra a Melissa na história: foi nisso que a morte dela me afetou, eu não conseguia deixar outra pessoa na mão. Eu sei como a depressão dói, como família pode ser tóxica para nós e não conseguia deixar ela de lado. Eu errei e fui fraco e deixei a situação continuar assim. Um dia o Instagram dessa garota foi hackeado e ela achou que foi eu por algum motivo. Ela foi atrás da minha namorada, que eu já tinha dito o nome, e falou que eu namorava ela virtualmente, eu era um perseguidor e não sei mais o que. Eu realmente não sei tudo que ela disse. Eu expliquei pra minha namorada e tudo mais, que era por causa da depressão da garota e que eu não conseguia deixar de lado. Disso que não tinha nada com ela. Bom, eu não estou me justificando e minha namorada terminou comigo. Com razão ela. Eu fui um idiota, um merda, um babaca completo.
Eu implorei muito uma chance e tals e por fim ela me perdoou. Não voltou a como era antes mas me perdoou. Tá ficando muito grande então vou resumir essa parte. Eu fiz merda de novo.
Tinha uma amiga do Rio de Janeiro que gosta de flertar e mesmo eu não dando abertura ela falou que queria transar comigo na praia tomando vinho. Eu cortei esse papo e tals. Numa outra conversa eu tava falando merda, contando vantagem como homem idiota costuma fazer. Falei que tinha pego várias garotas de um outro curso da minha faculdade (mentira que homem conta) para essa amiga. Bom, minha namorada viajou comigo e olhou minhas conversas no celular enquanto eu dormia. Aí ela terminou comigo de vez no começo do ano passado.
Eu sei, a culpa é minha e só minha. Não vou justificar essas atitudes com minhas doenças ou algo do tipo. Erro só meu. Eu expliquei pra minha ex namorada e pedi a ela pra poder tentar reconquistar ela. Ela concordou e eu fiquei tentando, mostrando que podia ser mais atencioso e que podia mudar. Ela começou a ficar com um carinha e eu com uma mina,mas eu continuava tentando e ela me deixava tentar. Uma dia ela decidiu que não era mais pra eu tentar, que me amava mas que não valia mais a pena. Eu queria continuar tentando. Discutimos muito mas eu por fim aceitei.
Ela quis manter a amizade e eu concordei. Só que meu conceito de amizade e o dela diferem muito e isso causa muitos atritos. Ela disse que não me ama mais, algumas atitudes dela me dizem que ela ama (eu li diversos livros de psicologia e sobre relacionamento e eles apontam as atitudes dela como amor). A última coisa que aconteceu foi uma que me magoou de um jeito estranho.
A poucos dias eu tive um desmaio (tenho algumas problemas de saúde) e cai da laje da minha casa. Quebrei um braço e tals. Quando postei nos stories de whats que tava quebrado ela perguntou se eu tinha sido atropelado e eu falei que não, que cai da laje. Ela fez uma brincadeira dizendo basicamente "podia ter morrido né" só que desejando minha morte. Eu sei que foi uma brincadeira mas me doeu muito. Pq ela sabe que já tentei me matar 15 vezes, inclusive uma esse ano. Eu esqueci de contar lá em cima mas minha melancolia foi embora. Eu tô meio que curado disso e tô sentindo prazer em viver de novo. Ela fez essa brincadeira e me doeu demais, demais mesmo. Eu falei pra ela algumas merdas e ela me chamou de dramático (ela diz isso sempre que eu reclamo de algo, talvez eu seja mesmo) e isso doeu ainda mais. Eu sinto que toda vez que reclamo com ela sobre como as atitudes dela me machucam ela me chama de dramático e menospreza minha dor.
Esse ano ela veio me falar que tava com princípio de depressão e eu conversava com ela sempre que ela precisava, eu só precisei conversar uma vez e ela disse que não queria conversar. Bom, eu me senti mal com isso. Foi ali que vi que nossos padrões de amizade são diferentes.
Enfim, essa última brincadeira que me matou. Vocês vão perguntar pq a gente não se bloqueia e se esquece. A resposta é: eu não sei. Eu sei que amo muito ela e acredito que ela me ama. Depois da briga ela me bloqueou e horas depois me desbloqueou (mas excluiu meu número segundo ela). Eu queria alguns conselhos, opiniões e que analisem a minha história e me digam o que pensam sobre tudo. Sobre tudo mesmo!por favor, ajudem esse idiota que fez tudo errado na vida
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2020.06.04 19:02 lysguil Preciso de um conselho ou dois

Oi galera, eu queria pedir um conselho para vocês. É em relação a relacionamento e agradeço a quem puder me ajudar nessa, tá foda.
Primeiro me deixem contar algumas coisas sobre mim, isso pode ajudar a entender algumas das minhas ações. Isso não me exime de culpa, sei disso e não vou usar nada disso para me fazer de vítima ou pra me eximir de responsabilidades. Sei que a culpa foi toda minha.
Primeiro de tudo eu não sou um neurotipico. Não tenho autismo mas, embora minha família (meu pai mais precisamente) não tenha deixado que um diagnóstico fosse feito, ficou claro para todos desde criança que eu tinha algo. Eu odeio do fundo do coração o barulho. Odeio sons altos em geral, isso inclui música e por isso não consigo ficar muito tempo em festas. Para aguentar ficar em ambientes barulhentos eu preciso ficar bêbado e ainda assim é bastante incômodo.
A segunda coisa para se saber sobre mim é que sofri abuso sexual na infância. Foram duas mulheres diferentes, nenhuma delas da minha família. Nunca contei pra minha família e acho que nunca irei contar. Bom, não sei dizer como me sinto sobre isso. Acho que minha tara sexual tem a ver com isso. As vezes eu choro quando me lembro mas não sinto anda sobre. É normal isso? Enfim, eu não sei pq quanto isso me afetou. Sofri abuso até os 11 anos e para ser honesto, como homem eu não consigo falar sobre o que a segunda mulher fez comigo. É humilhante demais. Vou morrer e levar isso para o túmulo.
A terceira coisa que preciso contar é que fui diagnosticado com depressão ao 13 anos de idade. Eu era pequeno, magricelo e esquisito. Gostava de cards do Yu gi oh e fixar isolado na biblioteca da escola (Pq era um lugar silencioso), então da pra imaginar quanto bullying eu sofria. Enfim, a depressão me deixou quebrado e teve seus picos. Nessa época tive minha primeira tentativa de suicídio. Minha família nunca soube. No dia seguinte ainda fui pra escola, como se nada tivesse acontecido. Essa foi a primeira de uma série de tentativas.
Agora que já falei essas características eu vou começar a falar meu problema, peço perdão se ficar muito longo. Aos 16 anos eu tive uma namorada e ela morreu de câncer. Isso piorou meu quadro depressivo, eu fiquei agressivo e aprendi a resolver as coisas com violência. Tentei me matar mais algumas vezes e tava foda. Eu tomava tantos remédios para a depressão que ficava grogue, totalmente dopado meio hora depois de tomar. Minha mãe me fez parar, com o apoio da minha vó. Eu estava começando a superar a coisa quando minha vó, a pessoa que eu mais amava na vida, faleceu subitamente. Deus, acho que eu... Bom eu nem sei dizer o que eu sentia. Simplesmente não sei. Doeu mais do que tudo. Depois desse dia eu não conseguia chorar, não conseguia sentir. Fiquei anestesiado sabe? Meu psiquiatra falou UE eu estava num estado de "melancolia", onde eu não conseguia mais sentir felicidade. Eu poderia ficar alegre ou coisas do tipo mas verdadeira felicidade era impossível. Bom, foi foda. Eu tinha 17 na época.
Fiz amizade com uma garota aos 16, Melissa, ela fazia terapia em grupo comigo. Era meio patricinha mimada mas uma boa pessoa. A gente conversava e diziamos nossos planos um pro outro. Ela me ajudou a superar a barra da terapia. Quando eu tinha 18 e ainda estava sentindo o impacto da perda da minha vó, essa garota se matou. No mesmo dia ela pediu pra conversar comigo e eu não estava em casa para conversar (nos falávamos pelo facebook). Eu só fui saber sobre pelas postagens no Facebook dela. Eu não senti nada na hora, achei que não tinha em afetado, anos depois eu ia perceber o quanto me afetou.
Bom, eu segui minha vida. Comecei a faculdade de direito, minha mãe queria um filho juiz e eu tava no piloto automático. Só fui seguindo. Fiz pouco tempo do curso de direito e realmente não era pra mim. No começo de 2018 eu conheci uma garota pela internet. Ela tinha 15 e eu 19. Ela morava em uma cidade um tanto distante mas dentro do mesmo estado que eu moro e a gente começou a papear. Mano, eu garoto incrível! Sério, era maravilhosa demais. Eu vou resumir pra vocês a questão: Eu me assustei com ela, a depressão ainda estava forte e eu não sabia o que tava acontecendo. Por fim eu me afastei dela e e bloqueei no Facebook. Eu sei, sou um tremendo babaca.
Fiquei mais alguns meses na minha vida de merda e fui jogar habbo hotel. Eu sei, eu sei. Coisa de criança mas só queria sentir aquilo que eu sentia novamente quando tinha 11 anos e jogava RPGs no hotel. Não consegui claro. Eu cresci, o mundo mudou e não dá pra voltar a infância. No jogo uma garota conversou comigo, tinha 19 também e me pediu o insta pra conversar. Eu fui e fiz um insta com a intenção de papear um pouco. A partir daqui eu me torno o monstro. De verdade. A garota tinha depressão também e me falava sobre os problemas dela mas também puxada uns assuntos mais sexuais. Não sexuais entre eu e ela, ela só contava como eram as transas dela e eu perguntava uma coisa ou outra sobre as minhas. Eu contava na boa. E os meses foram passando. Eu era um homem quebrado servindo de confidente pra uma garota aleatória da internet.
Eu desbloqueei a garota do começo do ano e voltamos a nos falar. Ela era legal, alegre, bonita e maravilhosa. E ela gostava de mim! Deus do céu ela gostava de mim! Eu também gostava dela. Eu contei algumas mentiras sobre mim pra ela, pra impressionar um pouco mas sempre disse "eu sou um homem quebrado", eu falava que minha cabeça tava toda ferrada o tempo todo pra ela. Ela disse que não se importava e me pedia para ir vê-la na cidade dela. Eu pensava em ir, fazia de tudo para ir... e na última hora eu dava para trás. Não conseguia ir. A minha vida de amar a distância e ser confidente seguiu até o final do ano de 2018. No ano novo eu tomei uma decisão: ia pedir a garota da outra cidade em namoro. Eu pedi e ela aceitou. Ok, vão me chamar de gado e tudo bem. Eu estava na casa de praia que minha mãe tinha comprado e pretendia visitar a garota assim que voltasse.
Quando voltei veio a notícia: Eu tinha conseguido a vaga em gastronomia! Era a porra do meu sonho ali! Fui correr atrás de documentos, matrícula, uniforme e material. Nisso passou algumas semanas e como não fui ver a garota ela terminou comigo e me falou que eu tava fazendo ela de trouxa de novo (ela sentia que eu tinha feito ela de trouxa em 2018 inteiro). Depois de uma semana ela veio falar comigo e minhas aulas já estavam começando. Demorei um mês para conseguir ir vê-la e quando cheguei lá... Ela era divina. Maravilhosa. Eu tive que esperar ela na rodoviária e pensei que tinha caído em alguma pegadinha kkkkk mas ela veio e eu fiquei muito feliz. A gente foi no shopping, assistiu um filme e ela me convenceu a passar a noite na casa dela. Dormir na sala claro, os pais dela concordaram. Não vou mentir: agi cono um idiota nesse dia. A depressão e a irritabilidade me faziam ser muito imbecil e babaca (eu me envergonho e me arrependo muito disso hoje).
Bom, nessa época não estávamos namorando e eu dizia que não ia pedir ela em namoro (tava com orgulho ferido por ela ter terminado comigo). Um dia ela me falou tava com dor e ficou o dia todo sem me responder mais. Mano, eu morri de preocupação! Fiquei desesperado. Quando ela finalmente leu minhas mensagens eu pedi ela em namoro. Joguei o orgulho de lado e pedi em namoro a mulher que eu amava. Bem, Eu fui ver ela mais vezes, no aniversário de 17 dela e outros. Enfim, seguindo adiante.
Bom, lembra da mina da internet? Então. A gente continuava conversando sempre mas ela tava cada vez mais deprimida e mais dependente emocionalmente de mim. Ela me contava as coisas e eu só ouvia agora, ela falava bastante de sexo e afins. Sei que era errado com minha namorada mas é aí que entra a Melissa na história: foi nisso que a morte dela me afetou, eu não conseguia deixar outra pessoa na mão. Eu sei como a depressão dói, como família pode ser tóxica para nós e não conseguia deixar ela de lado. Eu errei e fui fraco e deixei a situação continuar assim. Um dia o Instagram dessa garota foi hackeado e ela achou que foi eu por algum motivo. Ela foi atrás da minha namorada, que eu já tinha dito o nome, e falou que eu namorava ela virtualmente, eu era um perseguidor e não sei mais o que. Eu realmente não sei tudo que ela disse. Eu expliquei pra minha namorada e tudo mais, que era por causa da depressão da garota e que eu não conseguia deixar de lado. Disso que não tinha nada com ela. Bom, eu não estou me justificando e minha namorada terminou comigo. Com razão ela. Eu fui um idiota, um merda, um babaca completo.
Eu implorei muito uma chance e tals e por fim ela me perdoou. Não voltou a como era antes mas me perdoou. Tá ficando muito grande então vou resumir essa parte. Eu fiz merda de novo.
Tinha uma amiga do Rio de Janeiro que gosta de flertar e mesmo eu não dando abertura ela falou que queria transar comigo na praia tomando vinho. Eu cortei esse papo e tals. Numa outra conversa eu tava falando merda, contando vantagem como homem idiota costuma fazer. Falei que tinha pego várias garotas de um outro curso da minha faculdade (mentira que homem conta) para essa amiga. Bom, minha namorada viajou comigo e olhou minhas conversas no celular enquanto eu dormia. Aí ela terminou comigo de vez no começo do ano passado.
Eu sei, a culpa é minha e só minha. Não vou justificar essas atitudes com minhas doenças ou algo do tipo. Erro só meu. Eu expliquei pra minha ex namorada e pedi a ela pra poder tentar reconquistar ela. Ela concordou e eu fiquei tentando, mostrando que podia ser mais atencioso e que podia mudar. Ela começou a ficar com um carinha e eu com uma mina,mas eu continuava tentando e ela me deixava tentar. Uma dia ela decidiu que não era mais pra eu tentar, que me amava mas que não valia mais a pena. Eu queria continuar tentando. Discutimos muito mas eu por fim aceitei.
Ela quis manter a amizade e eu concordei. Só que meu conceito de amizade e o dela diferem muito e isso causa muitos atritos. Ela disse que não me ama mais, algumas atitudes dela me dizem que ela ama (eu li diversos livros de psicologia e sobre relacionamento e eles apontam as atitudes dela como amor). A última coisa que aconteceu foi uma que me magoou de um jeito estranho.
A poucos dias eu tive um desmaio (tenho algumas problemas de saúde) e cai da laje da minha casa. Quebrei um braço e tals. Quando postei nos stories de whats que tava quebrado ela perguntou se eu tinha sido atropelado e eu falei que não, que cai da laje. Ela fez uma brincadeira dizendo basicamente "podia ter morrido né" só que desejando minha morte. Eu sei que foi uma brincadeira mas me doeu muito. Pq ela sabe que já tentei me matar 15 vezes, inclusive uma esse ano. Eu esqueci de contar lá em cima mas minha melancolia foi embora. Eu tô meio que curado disso e tô sentindo prazer em viver de novo. Ela fez essa brincadeira e me doeu demais, demais mesmo. Eu falei pra ela algumas merdas e ela me chamou de dramático (ela diz isso sempre que eu reclamo de algo, talvez eu seja mesmo) e isso doeu ainda mais. Eu sinto que toda vez que reclamo com ela sobre como as atitudes dela me machucam ela me chama de dramático e menospreza minha dor.
Esse ano ela veio me falar que tava com princípio de depressão e eu conversava com ela sempre que ela precisava, eu só precisei conversar uma vez e ela disse que não queria conversar. Bom, eu me senti mal com isso. Foi ali que vi que nossos padrões de amizade são diferentes.
Enfim, essa última brincadeira que me matou. Vocês vão perguntar pq a gente não se bloqueia e se esquece. A resposta é: eu não sei. Eu sei que amo muito ela e acredito que ela me ama. Depois da briga ela me bloqueou e horas depois me desbloqueou (mas excluiu meu número segundo ela). Eu queria alguns conselhos, opiniões e que analisem a minha história e me digam o que pensam sobre tudo. Sobre tudo mesmo!por favor, ajudem esse idiota que fez tudo errado na vida
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2019.08.10 17:42 lanaSouza A violência doméstica paralisa ou há motivos por trás?

Em 2006 criaram a Lei 11.340/06 (nomeada de Lei Maria da Penha) para proteger, exclusivamente, a mulher de violência doméstica e familiar praticada pelo homem.Ao longo dos anos ela sofreu muitas mudanças (riscaram alguns artigos e/ou acrescentaram mais), sem falar nos entendimentos jurisprudenciais (dos tribunais) que se transformaram (alguns) em Súmulas vinculantes - quais sejam: vinculam o julgador na próxima questão igual, que aparecer para ser julgada!
Enfim, o que quero dizer com isso?
Hoje, agosto de 2019, muita coisa já não é nem parecida com o que foi em 2006, quando criada!Felizmente, já existe Delegacia especializada em quase todas cidades de grande a médio porte (algumas cidades pequenas, também).
Transsexuais (de homem para mulher) já podem se valer da Lei e, de igual modo, a violência praticada por um membro do casal lésbico (durante o namoro, união estável ou casamento), e a empregada doméstica que viva ou não sobre o mesmo teto.
Os que estarão fora (sempre), não são protegidos pela lei são os homens - todavia, os filhos do casal, e de qualquer casal, podem ser vítimas de violência doméstica e familiar prevista na Maria da Penha.Recentemente houve ainda mais mudanças para proteger a mulher e seus filhos contra a violência de gênero.
As tais mudanças foram inseridas pela Lei 13.827/2019 (agora o afastamento imediato do agressor pode ser feito tanto por policial, sem mandado, quanto por mandado judicial - a polícia, mesmo sem mandado, retira o homem do seio familiar, deixando a mulher e seus filhos longe do agressor - mas, na lei, há mais - fazer leitura, se interessar).

O artigo 7º da primeira lei (a 11.340/2006) cita 5 tipos de violência; mas aqui pretendo questionar apenas 3 dos 5 incisos:

II - Violência Psicológica;
III - Violência Sexual e
(...)
V - Violência Moral.
Quem tem um relacionamento "estável", dificilmente dirá que nunca sofreu nenhuma das citadas violências.
Dentro dos três incisos acima há tantos exemplos que daria para digitar por horas, mas fiz isso para questionar-vos os seguinte:
ALGUÉM AQUI JÁ SOFREU ALGUMA DAS CITADAS VIOLÊNCIAS?
Para puxar conversa, inicio por mim mesma:
Eu sim, já sofri e sigo sofrendo de alguma delas; ainda não consegui denunciar porque sou burra, tenho pena dele e estou com depressão (além de estar desempregada), ainda não consigo me sustentar sozinha como fazia quando mais jovem!
Vocês acreditam que as vítimas de violência desse tipo ficam paralisadas (não agem) porque amam demais; tem medo ou porque estão, como estou eu (sem trabalho, depressiva e em tratamento medicado por plano de saúde que é pago por ele))?
Gostaria de saber mais sobre isso - sobre a falta de denúncia pelo tipo de violência citada no artigo 7º, de preferência só a violência descrita nos incisos citados.
Obrigada!
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2017.12.09 20:07 brotocarioca Aquela pessoa que você nunca esquece

Senta que lá vem textão. Fiz esse perfil fake apenas pra jogar meu desabafo aqui na massa sem o perigo de dar ruim pra mim (assim espero).
Queria saber se é normal e principalmente ouvir se algo do tipo já aconteceu com algum de vocês. Eu tive uma namorada de muitos anos que entre indas e vindas (muitas) já se vão 12 anos. A gente se conhece desde que nasceu, literalmente. Minha mãe e a mãe dela são amigas de colégio, nossa idade difere em meses e morávamos no mesmo prédio. Quando a gente era menor, não íamos muito com a cara um do outro porque nós somos muito diferentes em tudo, principalmente na personalidade, mas sempre levei isso como coisa de muleque e nunca dei muita confiança.
Quando tínhamos 15 anos começamos a namorar com tudo que tinha direito, mas aquele namoro mais sossegado e que mesmo assim durou um pouco mais de 2 anos e foi aí que caí na armadilha de querer curtir a minha vida de solteiro no fim da minha adolescência e início da vida adulta. Vulgo 18 anos. Terminei com ela por causa disso e me arrependi 5 dias depois, óbvio que quando tentei voltar ela já não me quis mais. Personalidade é uma coisa que eu admiro numa mulher. É bom deixar claro que fiz muita "merda" (nada ilegal) durante todas as vezes que fiquei solteiro, principalmente passar o rodo onde não devia. Fazia isso porque era muleque imaturo e bem inconsequente.
Fingi que deixei isso pra lá e fiquei um ano fazendo tudo o que queria até que um dia a gente se reaproximou e voltou a sair. Meses depois ela terminou comigo por causa de uma fofoca que uma amiga em comum nossa fez. Puta treta, ela ficou mais de um ano sem olhar na minha cara. Tudo bem, eu tava errado, mas porra que merda isso.
Pouco tempo depois decidi que eu ia consertar tudo isso e depois de muita insistência consegui. Ela me fez comer o pão que o diabo amassou pra decidir se poderia me dar um voto de confiança, até que namoramos por mais uns 2 anos. E entre vários motivos diferentes (nenhum relacionado a traição, violência ou qualquer coisa pesada) fomos terminando e voltando durante os anos, mas nunca me pareceu mesmo definitivo. Sempre tive certeza que ela era a mulher da minha vida e a gente ia fazer um filho a qualquer momento.
Até que quase dois anos atrás terminamos "de vez" com um motivo mais sério porque eu não achava que tava na hora de noivar ou coisa do tipo, ela queria e então a gente terminou. Nunca me vi casado, apesar de já não ver atrativo na vida de solteiro (já to com 27 anos). A ideia de dividir o espaço o tempo todo que era mais aterrorizante, continuava gostando dela do mesmo jeito e querendo ficar com ela do mesmo jeito, mas assim não tinha como. Nunca soube explicar isso e até hoje fico pensando porque fiz isso. Já fui ao médico procurando saber se sou bipolar e pior que não.
Então resolvi comprar um ap e me mudar. Saí do bairro, na época troquei de emprego e então teoricamente não tínhamos qualquer vínculo na rotina para me aproximar dela. Não adiantou de nada. Tentamos todas as coisas que sabíamos que não ia dar certo: ser amigos, mas nunca dava certo porque não somos só amigos e nunca vamos ser. Fuck buddy: que nunca deu certo porque tem muita história envolvida e sempre gerava dr e alguém acabava prejudicado. Conviver socialmente se tornou insuportável porque como crescemos juntos, nosso ciclo social é muito próximo. Meus melhores amigos, meus primos e até minha mãe são muito próximos dela então comecei a me afastar de todo mundo (amigos). Imagina como é ir num bar com a tua ex e ver os caras chegando nela, ainda mais que ela é mo gata. Não posso reclamar, mas também não sou obrigado a ver.
Não sigo em redes sociais, não tenho o telefone dela mais. Apesar de saber onde encontrar, evito ao máximo passar em qualquer lugar que ela possa estar porque sei que vou ficar mexido e vou acabar estragando meu relacionamento atual. Nem confio em mim quanto a isso.
To namorando outra garota há um ano e teoricamente tá tudo bem. Sempre tá tudo bem, na teoria ela é perfeita mas não é a outra. Nunca consegui explicar, não sei dizer o porquê mas não tem um dia que eu não pense na outra, mesmo sem ver ela há mais de um ano. Tudo que a mulher faz me atrai, o jeito que ela fala, o cheiro da pele, o cheiro do cabelo, os detalhes dela em geral. Nunca encontrei uma mulher igual. Parece feitiço, a mulher tem um poder absurdo sobre mim sem precisar fazer nada e olha que sempre fui bicho solto. Nunca dá certo e mesmo assim eu sempre quero arriscar de novo. Acho que isso não seja normal, mas não sei o que fazer. Sinto bastante culpa por estar namorado outra mulher e isso ainda passar na minha cabeça. Ir lá e tentar estragar a vida dela também nem tenho coragem.
tl;dr: terminei com a minha ex há dois anos e nunca consegui esquecer. Não sei como ela faz isso. Acho que nunca vai passar.
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2017.12.01 17:27 tombombadil_uk Quantos de vocês já estão/estiveram/conhecem alguém em um relacionamento abusivo? Já tentaram dar um toque nessa pessoa?

Depois de compartilhar com vocês a história que vivi com essa menina que reencontrei (link aqui) depois de 12 anos, outro assunto ficou aqui na minha cabeça e quis compartilhar com vocês: relacionamentos abusivos. Quantos de vocês passaram, passam ou conhecem alguém que passe por isso?
Eu não sei quantos de vocês aqui já passaram por algo do tipo. Mas essa conversa com a menina que reencontrei, na qual falei sobre as experiências que passei aqueles quatro anos com um relacionamento extremamente tenso. Foi um momento tão traumático da minha vida que eu nem gosto de pensar muito nele, mas essas três semanas relembrando daquela época e a conversa que tive essa semana me fez perceber várias coisas.
Olhando agora, todo esse tempo depois, muito disso soa absurdo e não acredito que me sujeitei a tanto, que perdi tanto da minha vida. Especialmente amigos nessa época tão gostosa que é entre 18~22 anos.
Fica aqui um desabafo sobre o assunto, solidariedade a quem também já passou por isso e possivelmente ligar o alerta para quem pode estar vivendo uma situação dessas. Ninguém é tão bom a ponto de você abrir mão de tudo na sua vida - família e amigos - para poder ficar com aquela pessoa. Você jamais vai ser tão ruim a ponto daquela pessoa "ser a única que vai aturar você" na sua vida.
Se você acha que está vivendo um relacionamento estranho, senta e conversa com um amigo ou amiga. Pede ajuda. Passar por esse perrengue foi bem traumatizante e eu demorei uns dois anos depois do relacionamento para me recuperar completamente. De certa forma, isso me amadureceu MUITO. Mas, ao mesmo tempo, eu gostaria de ter percebido mais cedo o que eu estava vivendo com ela para aproveitar melhor aquela época.
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